Gustavo disse...
"Não sei se deus existe, mas seria melhor para sua reputação que não existisse."
Jules Renard
"Não sei se deus existe, mas seria melhor para sua reputação que não existisse."
Jules Renard
20 de Novembro de 2009 17:57
"O professor Marcelo Neri, economista e chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV-RJ, para o Entrevista Record, que vai ao ar hoje à noite, pela Record News.
Leia abaixo os principais pontos da entrevista:
. Em 1992, a classe média era um terço do total da renda brasileira.
. Hoje, é mais de 50%.
. Entre 2003 e 2008, 32 milhões de brasileiros, ou seja, metade da população da Franca, ingressou no conjunto das classes A, B e C. O principal fator dessa ascensão não foram os programas assistenciais, mas a renda do trabalho.
. Entre 2003 e 2009 foram criados 8 milhões de empregos com carteira assinada.
. Pode-se dizer também que essa é uma década da redução da desigualdade.
. Entre 2000 e 2008 a renda dos 10% mais pobres da população cresceu 72%. Ou seja, o crescimento da renda dos pobres no Brasil é um crescimento de tamanho chinês.
. A renda dos 10% mais ricos cresceu 11%.
. Todo mundo cresceu.
. É uma bolha?
. Não, frisou Neri. Esse processo já dura cinco anos: de 2003 a 2008 a renda do brasileiro cresce 7% ao ano. Ou seja, não é bolha porque a renda sobe por causa do trabalho e porque os brasileiros passaram a estudar mais.
. Trabalhar e estudar são coisas que ficam, não vão embora como uma bolha.
. A queda na desigualdade é inédita.
. No anos 60 o Brasil viveu o período mais desigual da sua história. O Brasil tinha a terceira pior distribuição de renda do mundo.
. Hoje é o décimo. Quer dizer, é um país ainda muito desigual, mas se a desigualdade continuar a cair, será um país de desigualdade tolerável.
. É o que mostra uma pesquisa feita por ele sob o título “Produtores e Consumidores da Nova Classe Média”. O nordestino botou o filho na escola, conseguiu emprego com carteira assinada e a renda dos produtores cresce mais que a renda dos consumidores.
.Ou seja, o brasileiro é mais formiga do que cigarra.
. As mulheres são o maior sucesso dessa história.
. Elas fizeram uma revolução há 30 anos. Foram para a escola e conseguiram salários que começaram a se aproximar do salário dos homens.
. A história da ascensão das mulheres nordestinas é a mais significativa. Um exemplo disso é que as mulheres são as principais clientes do Crediamigo, o programa de microcrédito do Banco do Nordeste, que detém dois terços do mercado nacional de microcrédito.
O Crediamigo promove sobretudo no Nordeste uma revolução nos pequenos negócios. Os empréstimos começam com R$ 400 e o avalista é um grupo de três a cinco pessoas em que um se responsabiliza pela dívida do outro.
. Entre o primeiro empréstimo e dezembro de 2008, aumentou em 42% o lucro dos que tomam dinheiro no Crediamigo. Sessenta por cento deles deixaram de ser pobres.
Concluiu o professor Marcelo Neri: o Brasil muda rapidamente para melhor e muita gente não percebe.
19 de Novembro de 2009 14:43"


Depois de esquadrinhar as obras do Rodoanel, o Tribunal de Contas da União concluiu que o projeto original fora alterado.
Baratearam-se os custos das empreiteiras que tocam as obras –entre elas a OAS e a Mendes Júnior. Mantiveram-se os valores cobrados do Estado.
Entre as mudanças operadas, uma remete diretamente ao acidente desta sexta (13). As empreiteiras optaram por usar vigas pré-moldadas, mais baratas."
Porque esse assunto não foi abordado, com destaque, pelo Globo e pela Folha?
Pelo que vi, na primeira página do Globo, não existiu este grave acidente nas obras do Rodoanel. Qual a "explicação científica" para isso?
O Globo só trata deste assunto na página 14, no canto inferior direito e no meio de um grande espaço ocupado por propaganda, onde se lê "Trincas podem ser causa de desabamento"
Então, neste caso, a causa das trincas não pode ser descaso do Governador José Serra e do Alckmin com as obras em São Paulo, vide acidente nas obras do Metrô?
Já no caso do blecaute da semana passada, porque as Organizações Serra consideraram que a causa do mesmo foi a falta de investimentos do Governo Lula, ao invés de um problema técnico ou climático?
Só que nisso tudo há uma gigantesca diferença.
Blecautes acontecem com frequência no mundo todo e, muitas vezes, é uma forma de defesa do sistema que, no caso brasileiro, é mais complexo porque a grande fonte geradora está no Sul e a distribuição se faz para todo o país.
Viadutos e obras do Metrô desabarem não ocorrem com frequência no mundo todo e não é defesa do sistema. É má gestão mesmo.
Como mostra o correto post do Josias de Souza.
Também, um governador (Serra) que só começa a funcionar depois do meio-dia...
O governo anunciou nesta quinta-feira que o desmatamento na Amazônia Legal no último ano foi o mais baixo desde que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) começou a monitorar a região amazônica, em 1988.
Entre agosto de 2008 e agosto de 2009 foram desmatados 7 mil quilômetros quadrados, de acordo com os dados do projeto de monitoramento por satélite do Inpe (Prodes). Esta também foi a primeira vez em 21 anos que a área derrubada ficou abaixo dos 9 mil quilômetros quadrados.
O resultado mais próximo disso foi registrado entre 2006 e 2007, com 11.633 km2 derrubados.
E agora Miriam, como é que fica?

"Não foi só o Brasil que sofreu de apagão na noite de ontem e madrugada de hoje. A memória convenientemente seletiva das viúvas do Muro de Berlim, tão pródiga em relembrar o apagão de 1999, no governo Fenando Henrique Cardoso, também padece nas sombras dos que não querem ver.
Nisso, certamente o governo Lula superou o de FHC: enquanto o apagão de 99 se abateu sobre 10 Estados brasileiros, o dos petelhos condenou 18 unidades da Federação à escuridão.
No fim desse túnel, no lugar de luz, há um muro!"

O HISTORIADOR ERIC HOBSBAWM DIZ QUE A QUEDA DO MURO DE BERLIM, EM 9/11/1989, DESESTABILIZOU A ORDEM MUNDIAL E CRIOU UM ESTADO GENERALIZADO DE INSEGURANÇA
7.out.1961/Associated Press![]() |
Ícone da historiografia de esquerda, o britânico Eric Hobsbawm não perdoa: para ele, o principal efeito da queda do Muro de Berlim, em 1989, foi a desestabilização da geopolítica mundial em prol da única superpotência remanescente -os EUA.
Como consequência, o mundo se tornou mais perigoso.
Em "A Era dos Extremos" (Cia. das Letras), ele já defendera os desdobramentos da queda do muro como cruciais para o século 20. Mais do que isso: cruciais para encerrá-lo antes da hora. Daí o termo que cunhou, "breve século 20".
Já do ponto de vista econômico, Hobsbawm afirma que o pós-1989 levou a um recorde de desigualdade social nos países da antiga Cortina de Ferro -termo que designava, durante a Guerra Fria, os países comunistas europeus sob influência soviética.
Sobre Berlim, cidade que cristalizou a derrocada da velha ordem e o início da nova, o pensador se mostra decepcionado, na entrevista que concedeu por e-mail à Folha.
Apesar de haver se tornado a capital do Estado mais rico da União Europeia, Berlim não se tornou a virtual capital da Europa -como se esperava 20 anos atrás- nem ficou à altura de seu glorioso passado anterior à ascensão do Terceiro Reich (1933).
Coerente, Hobsbawm vê a crise financeira que assolou os mercados financeiros em 2008 como o "Muro de Berlim do neoliberalismo". Ele detecta nesse aparente revés capitalista a possibilidade de rearticulação do pensamento de esquerda -mas desta vez, alerta, em bases "mais realistas".

FOLHA - Passados 20 anos, qual é o legado político e econômico da queda do Muro de Berlim?
ERIC HOBSBAWM - O legado econômico é certamente menos dramático do que o político. Economicamente, significou a destruição do que restara de um sistema socialista planejado na União Soviética e na Europa do leste -que já estava em declínio- e a integração da antiga região socialista à economia capitalista global.
Isso levou a um colapso social e econômico na ex-União Soviética, embora, posteriormente, a Rússia e algumas ex-repúblicas soviéticas tenham visto alguma recuperação, baseada nos altos preços da energia e dos insumos industriais.
Com algumas exceções, a região provavelmente permanece, em termos relativos, mais atrás do Ocidente do que estava antes da queda do muro. Ela desenvolveu um nível chocante de desigualdade econômica.
Os efeitos políticos, por sua vez, têm sido enormes. Eles reduziram a Rússia de superpotência a um Estado não maior do que era no século 17.
Além disso, a União Europeia saltou de 15 para 27 Estados, e foi criada uma Alemanha unificada no coração do bloco.
Também foi reintroduzida a guerra [conflito nos Bálcãs nos anos 90] e a instabilidade política na Europa, após o colapso do único Estado comunista, a Iugoslávia. Isso acabou por tornar os Bálcãs mais "balcanizados" do que antes.
Outro efeito da queda do muro foi a destruição de um sistema internacional estável.
Isso porque se atribuiu aos EUA a ilusão de que poderiam, como única superpotência global, exercer sua hegemonia no mundo todo -o que acabou por transformar o mundo no lugar perigoso de hoje em dia.
FOLHA - Berlim não se tornou uma das principais capitais europeias, como se previa 20 anos atrás, e a Alemanha, embora rica, foi há pouco superada economicamente pela China. Nesse sentido, a queda do muro foi um fracasso?
HOBSBAWM - Berlim não se tornou uma grande capital europeia porque a reunificação política das Alemanhas Ocidental e Oriental não teve como recriar um país genuinamente unido.
A antiga Alemanha Oriental -embora seus habitantes estejam hoje muito melhor do que estavam antes de 1989- perdeu sua base econômica para a Alemanha Ocidental. Além disso, apresenta índices de desemprego elevados e continua a perder sua população para a antiga Alemanha Ocidental.
Berlim tem muito poucos habitantes para uma cidade com sua importância histórica.
Para quem a visita, ela parece uma pessoa encolhida usando um sobretudo grande demais para seu peso atual. Culturalmente, nunca reconquistou a posição que detinha entre 1871 [quando o Império Germânico inaugurou o Segundo Reich] e a ascensão de Hitler [em 1933].
Isso não quer dizer que a Alemanha como um todo esteja em declínio. Ela, por exemplo, não pode ser comparada com a China (80 milhões de habitantes contra 1,3 bilhão). Mesmo com um PIB maior do que o da Alemanha, a China é muito menos desenvolvida, muito mais pobre e menos capaz em áreas como tecnologia de ponta.
Se há perigos futuros para a Alemanha como potência econômica, eles nascem da relativa lentidão do desenvolvimento econômico da UE.
FOLHA - A queda do muro representou o colapso do pensamento de esquerda?
HOBSBAWM - Ela simbolizou, mas não foi a causa, da crise do pensamento de esquerda, que já vinha desde os anos 1970.
Estritamente falando, ela apenas demoliu a crença de que o socialismo de corte soviético (economia planificada comandada por um Estado centralizador que eliminou o mercado e a iniciativa privada) era uma forma factível de socialismo.
Na verdade, como foi a única tentativa de realizar o socialismo na prática, seu fracasso desencorajou os socialistas como um todo -embora a maior parte deles tenha sido crítica do sistema soviético.
Entretanto as raízes da crise da esquerda retrocedem ainda mais. Ela ainda não chegou ao fim, mas o colapso do capitalismo financeiro global em 2008-9 -que foi uma espécie de queda do Muro de Berlim para a ideologia neoliberal- oferece uma chance de reabrir as perspectivas para a esquerda. Mas, espera-se, em uma base mais realista do que no passado.
Leiam aí o recado do camarada Geroge Gomes Coutinho...

Venho divulgar a IX Semana de Ciências Sociais com o sugestivo e oportuno tema: "Movimentos Sociais no contexto pós-constituinte". Afinal, vivemos uma conjuntura de criminalização dos movimentos sociais no Brasil contemporâneo e a reflexão sobre os alargamentos fáticos e normativos proporcionados por essas experiências coletivas, tal como em qualquer lugar do mundo, se faz urgente.
Divulguem em suas listas e compareçam!
Abçs
George
PS: Notem que as Semanas Acadêmicas da UENF usualmente tem um sabor especial: são quase em sua totalidade dirigidas, planejadas e protagonizadas pelos seus estudantes de graduação. Mais uma prova da singularidade desta jovem instituição.
PS2: A semana ocorrerá no campus Leonel Brizola, em Campos dos Goytacazes, RJ.
Programação IX Semana de Ciências Sociais
Seg 09/11
9h – 12h – Credenciamento
14h - Cerimônia de abertura (local: Centro de Convenções)
14:30 - Palestra de abertura da 1° Semana Acadêmica Unificada
16h - Programação Integrada Ética e Deontologia - Antônio Pegorava (UERJ/SEAF)
Local: Centro de Convenções
18h –21h – Mesa (Des)construindo o gênero no Brasil: sexualidade e direitos civis
- Alan Soares dos Reis (advogado)
- Daniela Bogado (UENF)
Local: CCH
Ter 10/11
9h – 12h: Mesa
Racismo e inserção do negro na sociedade brasileira
- Emerson Ferreira Rocha (UFJF)
- Ludmila Gonçalves da Matta (UENF)
Local: Casa Ecológica
14h – 15h: Apresentação de trabalhos
Local: Casa Ecológica
15h – 18h: Mesa
Perspectivas do ambientalismo
- Aristides Soffiati (UFF)
- Felipe Vasconcellos (UENF)
- Luís Eduardo Nogueira (UENF)
Local: Casa Ecológica
18h – 21h: Programação Integrada
Reforma Curricular: um instrumento para o enfrentamento do futuro
-Eunice Trein (UFF)
Local: Centro de Convenções
Qua 11/11
8h – 12h: Programação Integrada
Biodiversidade, agricultura, biotecnologia e o meio ambiente: É possível a sustentabilidade?
- Miguel Pedro Guerra (UFSC)
Local: Centro de Convenções
14h-15h: Apresentação de trabalhos
Local: CCH
15h-18h: Mesa
Mulher e cidadania no Brasil: perspectivas e limites das políticas públicas para mulheres no Brasil
- Ana Paula Sciammarella (ISER)
- Marcella Beraldo (UNICAMP)
Local: CCH
18h – 21h: Mesa
Teoria social e movimentos sociais
- George Gomes Coutinho (UENF)
- Rodrigo Chaves de Mello (UFJF
Local: CCH
Qui 12/11
9h-11h Palestra
Lutas camponesas e a questão fundiária no Brasil
- Hermes Cipriano de Oliveira (MST)
Local: Casa Ecológica
11h - 12h Apresentação de trabalhos
Local: Casa Ecológica
14h-18h Mesa
Reforma urbana e lutas sociais
- Cassio Brancaleone (IUPERJ)
- Rafael Borges Deminicis (MTD RJ)
Vídeo
Zona de conflito ?
Local: Casa Ecológica
18-20h - Oficina
Cia. Só Pega no Tranco
Local: CCH
Sex 13/11
09h-12h: Mesa
Panorama do sindicalismo brasileiro
- Fernando Perlatto (IUPERJ)
- Maycon Bezerra (SEPE)
Local: CCH
14h- 16h: Cerimônia de encerramento da 1ª Semana Acadêmica Unificada da UENF
Local: Centro de ConvençõesPor: Jualmir Delfino / Débora Batista "(...) Rosinha Garotinho apresentou a relação dos seis canais que precisam de limpeza com urgência, como forma de evitar enchentes: Canal do Andreza, Canal São Bento, Canal de Tócos, Canal do Colomim, Canal de Cambaíba e Canal Campos-Macaé, no trecho entre o Mc Donalds até o Canal de Tocos. Foi solicitada, ainda, a recuperação de trechos de estradas do Estado, sinalização horizontal e execução do projeto, já elaborado pela prefeitura, de duplicação de trecho da RJ-216, entre a Usina Santo Antônio a Goitacazes. - Para duplicar, basta o governo do Estado providenciar a instalação de blocos de concreto pré-moldado separando as pistas e fazer a sinalização e iluminação. Pedi urgência também na realização de obras no trecho da rodovia estadual que liga as localidades de Mineiros e São Martinho e no trecho da RJ-216 que recebe grande fluxo de caminhões para escoamento da produção agrícola e do parque cerâmico - argumenta a Rosinha Garotinho. Para agilizar as obras de duplicação da Campos-Farol, a prefeita lembrou ao vice-governador Pezão que, na sua gestão como governadora, fez o acostamento da estrada Campos-Farol em ambos os lados da rodovia, entre a saída da cidade até à Praia do Farol de São Tomé, que sofre aumento intenso do número de veículos devido aos empreendimentos na região do Porto do Açu e do Complexo Farol-Barra do Furado. O Secretário de Obras do Estado prometeu que se reunirá com o secretário estadual de Agricultura, Abastecimento e Pesca, Christino Áureo, para agilizar as intervenções nos canais e, ainda, que vai encaminhar os pedidos com recomendações, respectivamente, ao Instituto Estadual do Meio Ambiente e ao presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Henrique Alberto Ribeiro, para incluir as obras das estradas solicitadas na planilha do DER." Do jornaleco-panfleto: Da Redação com Assessoria "(...) A prefeita apresentou a relação dos seis canais que precisam de limpeza com urgência, visando evitar enchentes, sendo eles: Canal do Andreza, Canal São Bento, Canal de Tócos, Canal do Colomim, Canal de Cambaíba e Canal Campos-Macaé, no trecho entre o Mc Donalds até o Canal de Tocos. Foi solicitada, ainda, a recuperação de trechos de estradas do Estado, sinalização horizontal e execução do projeto, já elaborado pela prefeitura, de duplicação de trecho da RJ-216, entre a Usina Santo Antônio e o distrito de Goitacazes.
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"Caro amigo blogueiro(a) , venho por meio deste e-mail , propor-lhe uma saudável solução para o despejo de óleo de soja em nossos esgotos, poluindo nossos rios, lagoas, estuários e nosso abençoado lençol freático.
A PETROBRAS acaba de fazer a primeira compra de óleo de soja saturado no município de Quixadá (CE) através de recolhimento por uma Cooperativa composta por trabalhadores desempregados de baixa renda , visando a reciclagem do mesmo pra produção de biodiesel, já com a PETROBRAS BIODIESEL.
A produção de biodiesel em grande escala já não é mais um sonho, acaba de se tornar realidade e o Brasil saiu na frente com pleno domínio dessa tecnologia e nos tornando cada vez menos dependente de combustível fóssil e não renovável.
Minha proposta é simples e conto com a sua colaboração na elaboração de postagens ,sugerindo e incentivando a participação dos internautas de nossa região , pedindo para que os mesmos enviem as su as ao site oficial da prefeitura de Campos .
1) Do papel da Prefeitura de Campos
1.1) Incentivar a criação de Cooperativas de recolhedores dessa matéria-prima "in natura" (óleo de soja saturado) em comunidades carentes, abrangendo assim todo o nosso município.
1.2) Requerer parceria com a PETROBRAS para instalação em nosso município de uma usina de reciclagem e produção de biodiesel , já que a nossa prefeita é presidente da OMPETRO e conta com a proximidade do Porto do Açu e também com o Porto de Barra do Furado , ou seja, toda logística para exportação.
1.3) Incentivar e financiar através de fundos , a plantação e produção de oleaginosas pertinentes ao nosso solo, aproveitando conhecimentos técnicos da PESAGRO,FUNDENOR,UENF,IFF,Escola Agrotécnica e o campus avançado da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, para que não fiquemos só no reaproveitamento do óleo de soja residencial e comercial(restaurantes, bares e similares)
1.4) Campanha de divulgação e conscientização da população
2) Do papel da PETROBRAS
2.1) Criação de tanques de armazenamento nas Cooperativas e instalação de uma usina de reciclagem e fábrica de biodiesel.
Claro que tudo isso que escrevi não passa de uma sugestão, pois, sem vontade política, descrição, avaliação e execução técnica por parte da PETROBRAS de nada valerá.Nem sei se isso é possível,pois não tenho competência para tal.Será que estou sonhando alto demais ?
Espero ter contribuído de alguma maneira, pelo menos para uma futura discussão na Rede Blog.
Alguns links:http://blogdojuniorcampos.blogspot.com/2009/11/petrobras-compra-gordura-residual.html
http://www.agrosoft.org.br/agropag/101812.htm
Agradeço por sua atenção,humildemente.
Abraços de Herval Junior".
Temos aqui um elemento fundamental, algo que já discutimos em vários momentos.
Compreendi já há muito que as opções valorativas deste grupo político, suas táticas e estratégias e sua própria concepção de política operam na seguinte lógica:
a) O aliancismo sem conteúdo programático que o justifique. Isto implica na acomodação de agrupamentos políticos díspares ocupando funções que deveriam ser demarcadas por opções capazes (técnicas e politicamente). Todavia os cargos de indicação política são vias única e exclusivamente de premiação/castigo entre aliados e prováveis desafetos;
b) Esta forma de fazer política a faz paralítica em três elementos de análise de política pública séria: não se traduzem em efetividade, eficiência e tampouco em eficácia. Os quadros alojados operam em uma perspectiva "presentista" da política. Ou seja, realizam meramente a manutenção cotidiana da sua lealdade, impossibilitanto saltos administrativos reais na municipalidade;
c) A lógica da contratação de funcionários enquanto formação de uma base eleitoral leal e dócil. Mais uma vez a negação da capacidade e do mérito (que sabemos que tem lá seus problemas) promove uma administração paralítica e opaca, além de não resgatar moralmente a própria prefeitura enquanto instituição séria. Afinal, quais são os critérios para a contratação de funcionários?;
d) Na possibilidade da existência de quadros com vontade política de operar qualquer tipo de guinada administrativa, por sua incapacidade, tornam-se inertes. Sentam sobre os processos, hierarquias, por simplesmente não saberem onde, quando, como e por qual motivo devem começar.
Em algum momento eu pretendo transformar isso num post. Mas, considerei oportuno diante dos elementos aqui apresentados... O desespero em prol dos royalties em uma realidade de mudanças cosméticas se dá pelo razão simples da manutenção econômica e política de um tipo de dominação personalista na planície. Personalismo este que é a síntese da ausência de elementos programáticos já mencionados em "a".
Abçs!
6 de Novembro de 2009 13:11

CAMPEONATO DE SUPINO É ATRAÇÃO NA PELINCA NO FERIADÃO
A Academia Espaço Artefísica realizou, na tarde desta terça feira, mais um evento público. Hoje aconteceu o Campeonato de Supino do Espaço Artefísica.
O evento, o qual nunca soube de sua realização em Campos, contou com uma boa participação e infra-estrutura das melhores. Para realização do evento foi armada uma tenda de 25 metros quadrados para proteger os competidores do sol ou da chuva (o tempo estava instável), foram distribuídas camisas, gatorade (o melhor repositor energético do mercado brasileiro), medalhas, além de troféus estilizados em vidro para os três primeiros colocados de cada prova. Tudo isso com as inscrições gratuitas para os participantes, graças aos patrocinadores e apoiadores: Brasil Representações, Horto Madeira de Lei, AMBEV e Jorginho Monteiro.
A organização da competição considerou bastante satisfatória a realização de um evento incomum como este e, diga-se de passagem, num feriadão. Participaram quatro Academias, podendo citar: Espaço Artefísica, Academia Popular do Jardim São Benedito, Academia Cyborg e Academia Nova Estação.