sábado, 19 de abril de 2008

O silêncio da Igreja Católica...

Recentemente, um debate acalorado repercutiu a iniciativa do bispo Dom Cappio, lá no Nordeste do país, que resolveu protestar contra a transposição do Rio São Francisco...
Não aprofundaremos esse tema, mas muito nos estranha é a Igreja Católica, quer seja por qualquer um dos seus representantes, manter-se calada diante de tanto descalabro...
Afinal, Dom Ryffan esteve, dias antes, em entrevista no programa "caolho da cidade" e, de forma jocosa, deu "asas" aos comentários ignóbeis dos locutores, que não distingüem ironia de vulgaridade cínica...
Aqui não vai nenhuma crítica a instituição religiosa, muito embora essa, não de propósito, tenha a arrogância de misturar assuntos de Estado (LAICO) com questões de fé e da moral privada de cada um...
Mas agora, quando os direitos humanos dos cidadãos são vilipendiados por atos de corrupção, quando existe na paróquia uma desilusão e desconfiança, que empobrecem o espírito, e incitam o rancor, nessa hora de crise, a valorosa Igreja romana se esconde...
O pior é que um dos envolvidos a toda hora ergue o bastão de sua fé católica como aval para continuar com os pés na lama, e a cabeça sob o telhado de vidro....

3 comentários:

Anônimo disse...

Qualquer líder religioso, ao chegar no seu púlpito, até da Igreja Católica, talvez deveria dizer para os encarnados que os ouvem que usem da forma mais séria e santa possível o seu voto. Melhor político, menos males sociais. Afinal a miséria é uma ótima ocasião para se cometer o pecado. Direto do Largo do Garcia, Djahojinho, o coroinha.

Anônimo disse...

Gostei de seu comentário caro Djahojinho, gostaria apenas de lembrar ao blog que o Bispo da Diocese de Campos é o Dom Roberto Guimarães, que embora eu possa estar enganado, não se manifesta sobre assuntos laico, de ordem politica partidária, em nenhuma ocasião, mas na época de eleição sempre manifesta o dever de votar corretamente.

Anônimo disse...

Esse bispo Rifan é o mesmo que que faz sala para essa aristocracia atrasada de Campos. É um reacionário até a medula. Deve sentir nostalgia da escravidão.