quarta-feira, 23 de abril de 2008

Tio Sam exercita os músculos...

Como toda potência militar, os EEUU têm que demonstrar seu poderio aos súditos do Império...
Houve pessoas maldosas que disseram que o grande navio, o porta aviões George Washington, o maior da esquadra estadunidense, tinha sido alugado pela PF para expatriar nossos telhadeiros de vidro...

A embaixada estadunidense desmentiu, e disse que o vaso de guerra não carrega drogas à bordo...

2 comentários:

VP disse...

Xacal,
Uma histórinha para relaxar.
Em um desses exercícios, mas em pequena escala, fiquei na frente de uns 20 fuzis! Não, eu não estava num campo de treinamento militar. Estava na Universidade, no prédio de línguas estrangeiras.
Foi quando resolvi apreciar um inocente tabaco a 15 pés da entrada do prédio (multa de $250 para aquele que fumar a menos de 14 pés das intalações da universidade, inclusive no interior da minha residência! que também pertence à universidade). Um esquadrão da tropa resolveu "treinar" táticas logo nesse prédio. Quando me dei por conta, já tinha um batalhão inteiro apontando suas armas para mim. Com toda a parafernalha militar, lançadores de granadas, rádios, bazucas, etc.
Naquele momento pensei: que porra é essa?! Tô lascado..!
Até me inteirar e perceber que aquilo era só um treinamento foram longos segundos de tremedeira. Minhas pernas pareciam varas de bambú verde.
Eu que nunca nem mesmo toquei numa arma, passar pela experiência ter um monte delas apontadas para si não é nada agradável. Pior: o soldadinho (eram todos garotos, desses que serão, provavelmente, as próximas vítimas no Iraque do próprio governo americano)mais próximo era um oriental que usava uns óculos que mais pareciam lunetas. Não sabia se aquilo me favorecia, ou não.
Mesmo depois de perceber o exercício, fiquei a imaginar: e se algum babaca colocou munição de verdade?
Enfim, uma babaquice sem tamanho! Não disseram uma só palavra, ao som de um apito voltaram todos para a caserna.E nem me disseram um: excuse-me Sir!
Alguns palavrões "intrancritíveis" foram por mim pronunciados em voz bem baixa, afinal, estava num prédio em que o português é muito bem falado e ensinado.
Abraços,

xacal disse...

Dessa sua história uma coisa me chama a atenção...como a paranóia estadunidense leva o clima de "guerra" até universidades...
Aqui temos a "war on drugs" que vitimizam nossa sociedade em nome do idiotice e conservadorismo estadunidenses...parece que agora eles não estão mais imunes ao clima de terror que disseminam...