domingo, 13 de julho de 2008

Dia do Rock...

Existem dois marcos na Idade Contemporânea, ao menos em nossa opinião...
A criação do automóvel e o surgimento do Rock' n' Roll...

Nenhum outro produto modificou tanto a paisagem da Terra, nenhum outro produto influenciou tanto a produção de bens e serviços quanto o automóvel...Em torno da sua cadeia produtiva movimenta-se a economia mundial, e dentre os 08 países mais ricos do mundo, apenas o Canadá não desenvolveu uma indústria automobilística internacional...

Assim também se deu com o Rock' n' Roll...Nenhuma outra manifestação cultural modificou tanto o comportamento e o mercado quanto o ritmo imortalizado por Chuck Berry, Bill Halley, Elvis Presley, Beatles, Rolling Stones, etc...

Não é à toa que esses dois ícones do mundo ocidental se fundiram, e a cultura do rock sempre esteve associada a carros e motos, numa simbiose que divulgava uma rebeldia latente...

No blog do Gustavo Rangel, www.fotosfatoseafins.blogspot.com/ diz que a origem do termo é uma alusão ao ditado: pedra que rola não cria limo (a rolling stone gathers no moss)...
Outros dizem no entanto, que o batismo desse gênero está associado a prática sexual, onde rock and roll era como os negros estadunidenses, músicos de blues, jazz, cantavam suas proezas com suas mulheres...

Na verdade, pode ser tudo isso...pois depois do carro e do rock, o mundo nunca mais girou da mesma forma....

4 comentários:

Anônimo disse...

Só mesmo o bom e velho rock and roll (gênero musical,não o rock candidato) pra nos confortar em tempos de telhado de vidro, naji nahas,dantas, gilmar mendes ...
Valeu
lsmota

George Gomes Coutinho disse...

for those about rock we salute you!

Xacal disse...

é isso aí...essa música é do álbum Fly on the wall, dos australianos AC/DC, senão me falha a memória!!!rsrsrs..!esclerose psicodélica é f...da

Marcos Cardozo disse...

Boa postagem, Xacal. Também acho que o Rock foi um marco na civilização ocidental não somente pela estética musical, mas também devido à virada comportamental em fins dos anos 50, que veio desaguar no maio de 68, na contracultura, na popularização das idéias socialistas e até nos movimentos ecológicos. Musicalmente o Rock - da mesma forma que o Jazz - se desdobrou em uma série de gêneros que também retratavam diferentes formas comportamentais: Psicodelia (viagens lisérgicas), Folk Rock (com implicações políticas), Rock Progressivo (contemplação, classissismo), Hard Rock (o Heavy Metal atual, da revolta adolescente e da energia pura), Punk Rock (rebeldia contra o sistema), Eletrônica (que gerou a New Age Music, que nada tem a ver com o Rock, mas é cria da cena germânica progressiva da década de 70), etc.
Há décadas ouço dizer que o Rock morreu. As novas gerações provam o contrário. As bandas de garagem continuam a se formar (meu filho, guitarrista, faz parte de uma) e o grito primal continuará existindo, mesmo quando a nossa geração - criadora e responsável por sua manutenção - se for: Long Live Rock'n Roll!