quinta-feira, 24 de julho de 2008

O preço da paz...

Dizem os estrategistas militares que o preço da paz é a eterna vigilância...
Esse paradigma pode ser adaptado ao convívio social, onde o monitoramento e controle dos poderes e dos entes de Estado pela sociedade, através dos órgão designados para tanto, é o custo para a harmonia da sociedade...

Ninguém deseja promotores e juízes tal Torquemadas a promover "inquisições" jurídicas, que venham a deseqiuilibrar as atribuições de cada organismo dentro da estrutura do Estado democrático de Direito...

Não desejamos um Estado-Policial, onde as demandas políticas sejam resolvidas no âmbito jurídico-policial...

Também não desejamos órgãos de imprensa que, em lugar de propor a discussão aprofundada desses temas, aponte apenas os defeitos que melhor lhes convêm na disputa pelo papel de porta-voz de grupos de interesse...

A coluna do caolho da cidade na pholha é um exemplo caríssimo de como uma questão relevante pode ser manipulada por jornalistas(?) de "coleira"...

Os abusos cometidos por promotores e juízes recém-formados das Faculdades são um risco que temos que evitar, afinal, espera-se que o tempo traga a experiência e o comedimento necessários a liturgia dos cargos que ocupam...

Mas o que dizer de certos promotores locais, e até do presidente do stf que não resistem a luz das câmaras, e "empacam" em sinais de trânsito por confundí-los com flashes fotográficos?

Como se vê, a questão dos excessos não está vinculada a idade, e sim aos desejos inconfessáveis de usurpar funções para os quais não foram designados ou eleitos...

Mas se é para denunciar, que se faça na totalidade, e não somente para atacar aqueles que contrariam os poderosos de plantão...!

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