quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Notícias do Império...

A boa e velha mão do Estado na economia...

Os gastos governamentais (federais, estaduais e municipais) estadunidenses com a construção de escolas, pontes, aeroportos e afins está alavancando o setor da cosntrução civil, ocupando um espaço até então dominado pelos investimentos privados...

O USATODAY traz em sua página eletrônica uma matéria que diagnostica esse novo movimento (boom) que tem diminuído os efeitos da crise subprime...Os gastos previstos para esse ano somam US$ 300 bi, e representam um crescimento de 7% em relação ao período anual anterior (2007) que já registrara uma taxa recorde de 12.4%, desde 1993...

Para se ter uma idéia, em 2005,o setor privado alocou US$ 481bi, o dobro do setor público...

Nessa recuperação, democratas e republicanos atuam juntos, e pretendem, por exemplo criar uma loteria, que alimentará um fundo de US$25bi para fomentar novas construções de infra-estrutura viária e escolas....



Contra-golpe da águia...

A movimentação russa nos quintais venezuelanos, o conflito da Geórgia podem ser considerados lances reativos a intenção estadunidense de implantar bases de mísseis nas cercanias do Kremlin...

Parece que o recado foi ouvido, e Condoleezza Rice, chefe do Departamento de Estado dos EEUU, assinou um acordo onde a Polônia receberá 10 silos de mísseis interceptores, que se juntarão a uma base de radar gigante na vizinha República Checa...

No tabuleiro geopolítico as peças se movimentam, e os países satélites procuram tirar vantagem, com acordos que fortaleçam suas posições regionais...

Nesse sentido, o presidente da Síria, Bashar al- Assad visitou a Rússia e iniciou as tratativas para receber armamento russo, os mísseis Iskander...

Damasco e Moscou reafirmaram a necessidade de unir seus interesses estratégicos, uma vez que o inimigo israelense é acusado de armar e treinar os georgianos...

Uma interminável rede de atritos, que pode tecer conflitos em escala global...

É a guerra de posições...


Fonte: USATODAY e Financial Times.

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