terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Depois do fim da linha...ou abaixo do fundo do poço...!

Chega a ser engraçado observar a atual situação dos caolhos da cidade...
Como se não bastasse tudo que já produziram, em matéria de jornalismo de coleira, os nossos sacerdotes do macabro mostram sua face mais ignóbil...

Agora pretendem monopolizar a iniciativa da ajuda aos desabrigados, em um oportunismo mais torpe possível...O famoso sua desgraça é meu consolo...Perguntamos: faz diferença quem começou, ou como começou a rede de ajuda aos desabrigados...? 
Não, não faz diferença...Salvo para as "almas sebosas da mídia" que hoje, sem credibilidade, nem relevância, tentam pegar carona na tragédia...

Leia o trecho do bob barby, nosso jornalista internacional, retirado do seu blog...

(...)Nesta segunda-feira, em Campos, o programa De Olho na Cidade seguiu a mesma fórmula. Iniciou uma campanha para que a comunidade local iniciasse uma rede solidária para socorrer cerca de oito mil pessoas atingidas pela cheia que assola a cidade. Enquanto isso, a concorrência gritava, procurando culpados e tentando encontrar o prefeito local.(...)

De quebra, os caolhos aproveitam o sofrimento alheio para tentar uma defesa apalermada do seu dono, o macabro, como se fosse pouco o fato da principal autoridade da cidade se "esconder" em restaurantes e barzinhos, enquanto a população afunda em água de fossa...

Deve ser "normal" uma cidade com orçamento de mais de um bilhão, ter que recorrer a solidariedade para conseguir alimentos, colchonetes, etc, etc, para socorrer os flagelados...Tudo sob a batuta da ineficiência da secretária e última dama, a sra macabro, que foi pega com os estoques de emergência vazios...Quem sabe os colchonetes chegam no próximo ano...? 

Afinal de contas: o que são os caolhos da cidade...de que matéria esse pessoal é feito...?

9 comentários:

Anônimo disse...

Que se trata de duas hienas, ninguem tem duvida. O inexplicavel é como ainda tem quem patrocine esta duas aberrações.

Ana Paula Motta disse...

Abutres disputando cadáveres.

Gustavo Landim Soffiati disse...

O uso do termo concorrência (em vez de oposição) é bem ilustrativo da forma como ele encara a situação de que trata. Trata-se de tirar lucro do sofrimento alheio(e não de ajudar a quem precisa).
A propósito, como sou masoquista e gosto de ler bobagens, qual é o endereço do blog dele? Não consigo mais acessar pelo antigo.

claudiokezen disse...

O João e o Roberto são dois imbecis com um microfone nas mãos. Dali não sai nada de bom...

Xacal disse...

gustavo: é .com.br

claudiokezen disse...

Caro Gustavo:

Ler o blog do Roberto Morais não é masoquismo, mas sim um exercício de análise bem interessante sobre o jornalismo cooptado por um grupo político e como a subserviência canina a este grupo pode levar o profissional a perder qualquer noção de postura profissional e ética jornalística.

Como os parasitas, estes seres dependentes de um organismo em geral maior e mais complexos do que eles para sobreviverem, este jornalista só vê possibilidade de sobrevivência no âmbito da manipulação dos fatos a fim de "entortá-los" até que ele caiba no figurino emanado pelos seus gurus e chefes.

No entanto, no outro lado da cidade, também é alimentada uma ninhada de cãezinhos ávidos por um afago do dono, por um tapinha no bumbum, mesmo que com frequência levem tabefes, porradas, rasteiras ou puxões do orelhas públicos.

Parafraseando o Millor: "Jornalismo é oposição, o resto é balcão de negócios".

Gustavo Landim Soffiati disse...

Cláudio, penso que você confundiu os Robertos. Jamais diria que ler Roberto MorAEs é masoquismo.

Anônimo disse...

Eu disse, entregar as mesmas na secretaria de Promoção anti-social desta prefeitura, correria um grande risco das coisas irem parar em outro lugar, será que ainda não perceberam que são tudo farinha do mesmo saco podre do Mocaiber. Porém pelo que foi postado pelo bloqueiro nesta pauta, acho que ele não teve má fé foi só ingênuo.

Comedor de lobo

claudiokezen disse...

Confundi mesmo, Gustavo. Ainda bem que ficou claro no meu comentário que eu me refiro Roberto Barbosa e não ao Moraes. Um abraço.