terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Em cheio...

Pelo tom dos milicianos da lapa, o post dirigido ao francisco "arsênico" esqueff, futuro secretário de finanças atingiu o alvo em cheio...

Secretário de finanças, que nome wall street, não...? Aliás, igual ao secretário do cabralzinho, o joaquim levy, que o napô da lapa adora atacar, mas ama imitar...

Depois de derramar um curriculum quilométrico em todas as mídias, mas sempre escondendo qual época o futuro secretário atuou nos órgãos e prefeituras mencionadas (uma forma de impedir a associação com possíveis fracassos), os milicianos da lapa, agora, se ocupam de defender a "jóia da coroa"...

Pelo jeito, o francisco "arsênico" será mesmo um "veneno" para servidores e as necessidades da população...vem aí mais um exu tranca-cofre...

Perguntamos mais uma vez: o que um medalhão desses faz por aqui....? 

Ahhh, já sabemos...o convite na verdade é para ministro da fazenda (ou será das finanças?)...a secretaria em Campos dos G. é só um estágio...

Não custa lembrar que, por enquanto, presidência para o napô da lapa só a da coesa...

30 comentários:

Anônimo disse...

Xacal,
Melhor analisando os acontecimentos, podemos até admitir que o ( ou os) recém indicados para secretários e assessores, possivelmente em alguns casos, sirvam apenas para dar "aquela retórica" de mudança, do novo, do competente, para, ao final, quem vai administrar mesmo é Garotinho.
Mas, fica bem, enfim, que tudo funcione como se fosse uma equipe de notáveis.
Valoriza o administrador.

Xacal disse...

são os currículos de "aluguel"...

Gustavo disse...

Se não enxugarem a máquina, acabarem com as licitações fraudulentas, e eliminarem as boquinhas comissionadas, podem até trazer o Warren Buffett que não vai ter como arrumar a casa...

Xacal, tudo bem que conhecemos o "modus operandi" dessa famiglia, mas esse nome não agrega mais do que os Quintanilhas, Gugus, e Chocolates anteriores? Porque tanta raiva? Só porque o cara não é vermelho?

Vamos dar pelo menos uma chance né...afinal é melhor tentar do que ficar bebendo cerveja sexta-feira até de madrugada no Terapia's ou na Lapa cercado de "rapazes" conforme faz o atual "senhor" prefeito...

Xacal disse...

Gustavo...

não se trata de nomes, e já me referi a isso em outros posts...

trata-se de um modelo já superado, agora com o viés financista de um tecnocrata qualquer...

como pode o napoleão da lapa criticar tanto as escolhas de política econômica do lula e do cabralzinho, e implantar o mesmo modelo por aqui...?

com certeza, haja vista as necessidades eleitorais de 2010, vai faltar dinheiro para os servidores e as áreas sociais, tudo para fortalecer o "caixa das eleições"...

como já dissemos, não se trata de pessoas, mas sim de modelos...e esse, nós já conhecemos, e pelo que se passou até agora, na transição, não há sinais de que haverá mudanças...

Anônimo disse...

E pensar q o Secretario de Finanças com um curriculum desse... vai receber pelos seus serviços 30% do que ganham os fiscais.

Anônimo disse...

Xacal,
Traçando um paralelo entre o que disse o anônimo das 11:21 e o das 18:47:
A partir do curicculum do ilustre indicado para secretário de finanças, pelo que está ali escrito, tão valorizado, o que estimularia aquele renomado profissional em nossa cidade, para ganhar 1/3 do que ganham os seus subordinados fiscais fazendários?
Será que em sua trajetória profissional amealhou grandes rendimentos que lhe permitiriam abrir mão de ganhos como executivo somente para enriquecer o seu "naipe" de trabalho com o cargo em Campos?
Afinal, aquela secretaria, ao que se sabe, não é de função figurativa em qualquer estrutura organizacional!

Bento disse...

Xacal...embora eu esteja um pouoo por fora da política em Campos, já vou no entanto, apanhando algumas coisas...mas o que ressalta é o seu estilo cáustico... inconfundível! uma arma de arremesso! é um marco e um exemplo a seguir aqui por nossas bandas...

Anônimo disse...

Um pouco de história(por onde Esquef passou?):

Notícias - 3/8/2006
Depoimento de sanguessuga menciona campanha de Hélio

Um depoimento dado à Justiça Federal por Ronildo Pereira de Medeiros, apontado como “sócio oculto” da Planam — empresa que encabeçava um esquema de compras superfaturadas de ambulâncias e equipamentos médicos no País —, cita uma suposta ligação da campanha de Hélio de Oliveira Santos (PDT) ao Palácio dos Jequitibás em 2004, e a sua atual Administração, com o esquema investigado pela CPI dos Sanguessugas, em Brasília. Em uma transcrição do depoimento de Ronildo obtida pela reportagem da Agência Anhangüera de Notícias (AAN), que também está circulando publicamente pela internet, Ronildo, Darci e Luiz Antônio Vedoin — sócios da Planam — teriam vindo a Campinas, juntamente com José Caubi Diniz — que seria intermediário de José Airton Cirilo, integrante do Diretório Nacional do PT —, para se reunir com o então secretário municipal de Finanças, Francisco Esquef. O objetivo do encontro era, segundo Ronildo, acertar os detalhes de um “direcionamento de licitações para a compra de medicamentos”. Diniz, segundo o depoimento, teria chegado a cobrar 20%, a título de “comissão”, sobre o valor das vendas.

Ainda de acordo com a transcrição do depoimento de Ronildo, o encontro teria acontecido porque Diniz teria afirmado ser caixa de campanha durante a eleição de Hélio à Prefeitura de Campinas. Ronildo apontou ainda que Diniz informou ter injetado R$ 8 milhões na campanha do atual prefeito do PDT. O dinheiro teria sido obtido no Banco Schahin, conforme apontou o depoimento dado à Justiça pelo sócio da Planam.

Conforme mencionou o sócio da Planam à Justiça, o encontro em Campinas com o secretário “não se deu a título de consulta, mas apenas de comunicação, isto é, que seriam o reinterrogando (Ronildo), Luiz Antônio e Darci quem iriam realizar a venda de medicamentos ao município”.

Uma empresa de fachada batizada como Romed teria sido criada para efetivar negócios em Campinas. A direção do grupo, segundo depoimento, estaria em nome de Rogério Henrique Medeiros de Freitas, sobrinho de Ronildo, e Ivo Marcelo. Ainda de acordo com as declarações de Ronildo, a empresa seria dele próprio em sociedade com Luiz Antônio.

Procurada pela reportagem da AAN na tarde de ontem, a assessoria do prefeito Hélio divulgou uma nota oficial sobre o assunto (leia texto ao lado) em que nega qualquer ligação da atual Administração com a Planam ou com qualquer outra empresa ligada a um esquema de superfaturamento.

O chefe de Comunicação da Prefeitura, Francisco de Lagos, afirmou que esta é uma “citação caluniosa, que coloca o nome do prefeito Hélio na vala comum dos que estão sendo denunciados (pela CPI dos Sanguessugas)”. Lagos lembrou que, por determinação oficial desde o início de seu mandato, o prefeito não recebe nenhum fornecedor de empresas em seu gabinete. “O prefeito não teve contato ou sequer conhece qualquer uma destas pessoas mencionadas”, disse o assessor, ainda afirmando que a empresa Romed não está cadastrada como fornecedora de nenhum equipamento ou produto na Prefeitura.

Em um outro depoimento à Justiça, desta vez de Luiz Antônio Vedoin, em 11 de julho deste ano, o sócio da Planam afirma que o suposto acordo com a Prefeitura de Campinas não teria “progredido”. O texto diz o seguinte: “O interrogando (Luiz Antônio) chegou a estar, inclusive, em fevereiro em Campinas, juntamente com Ronildo, para, na presença de José Caubi Diniz e o secretario do município, aceitar as condições para a venda de medicamentos no município. A negociação não progrediu porque José Diniz pretendia receber 20%, a titulo de comissão, sobre o valor das vendas”.

Ex-secretário nega contato com empresa

Procurado ontem pela reportagem, o ex-secretário municipal de Finanças, Francisco Esquef, negou categoricamente conhecer ou ter tido qualquer contato, mesmo que rápido, com Ronildo Pereira de Medeiros, Darci e Luiz Antônio Vedoin, sócios da empresa Planam. Esquef disse ter sido surpreendido pela notícia do depoimento de Ronildo à Justiça Federal e nega que tenha acontecido qualquer reunião sobre um suposto direcionamento de licitações para a compra de medicamentos na cidade.

“Não aconteceu absolutamente nada. Até estranhei quando tomei conhecimento destas informações porque eu não tinha qualquer contato ou relacionamento direto com a área da Saúde ou com quaisquer outras secretarias”, afirmou Esquef. “Quem solicita o empenho de verba (para determinadas compras de equipamentos, produtos ou serviços) são as próprias secretarias fins e não a pasta de Finanças”, disse. O ex-secretário ainda mencionou que a sua agenda de trabalho pode ser consultada por qualquer autoridade que esteja interessada em confirmar as suas declarações. Nela, existem todos os registros de visitas, encontros e reuniões que teriam sido realizados no Paço Municipal durante a sua permanência na Pasta. Esquef foi secretário de Finanças de janeiro de 2005 até julho deste ano. “Eu costumava receber representantes de bancos, sindicatos, secretários municipais, empresários e vereadores. Fornecedores de empresas não estão na minha lista”, disse Esquef, reforçando que também nunca havia tido contato com o nome da empresa Romed, que supostamente serviria de fachada para a Planam. (FG/AAN)

Anônimo disse...

Adorei o comentário "Um pouco de história(por onde Esquef passou?)".

Seria interessante que alguém o encaminhasse para Mester,quero dizer, Fábio Siqueira(aquele que somente publica as matérias que lhe convêm).

Moulitte disse...

PQP!!!!!! Esse pessoal vai esvaziar os cofres da prefeitura. Mais 4 anos de roubalheira. Vou me embora pra Pasárgadas. Aqui, não quero ser amigo do "rei".

Anônimo disse...

Xacal,

Para complementar a informação passada pelo outro anônimo, trancrevo mais uma notícia:

"Em seu depoimento à Justiça Federal do Mato Grosso, no final de semana, o empresário Ronildo Pereira, ligado a Luiz Antônio Vedoin, dono da Plana, citou Hélio de Oliveira Santos (PDT), prefeito de Campinas, alegando que a administração de Campinas direcionou licitações para compra de medicamentos e que o prefeito teria recebido uma comissão de 10% sobre do valor da compra. Pereira integra a empresa acusada de chefiar o esquema da “Máfia das Sanguessugas”, esquema que desviou dinheiro de verbas públicas por emendas parlamentares.
Pereira cita quer o esquema tinha Francisco Esquef, ex-secretário de Finanças, que deixou o cargo mês passado, como intermediário, e afirmou que o prefeito teria recebido R$ 8 milhões para sua campanha eleitoral.

Esquef e o prefeito negam qualquer envolvimento com o esquema e Esquef ainda diz não conhecer integrantes da Planam. A prefeitura, em nota oficial, cita que nunca recebeu empresário que ofereça serviços ou materiais, como medicamentos e equipamentos hospitalares, e negar que a Romed, empresa citada durante depoimento de Pereira, seria cadastrada como sua fornecedora. Já sobre o dinheiro de campanha eleitoral, a prefeitura afirma que as contas foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Representantes da Planam citaram o nome de três deputados federais da Região Metropolitano de Campinas com envolvimento no esquema. Ildeo Araújo (PP), de Americana, contesta acusação e disse que um ex-assessor teria sido exonerado por agir em seu nome. O deputado Salvador Zimbaldi (PSBD), de Campinas, e o Newton Lima (PTB), de Indaiatuba, são citados em cobrança propina para intermediar liberação de emendas de deputados para o orçamento da União. Zimbaldi nega qualquer envolvimento e Lima não foi encontrado para comentar o caso".

Anônimo disse...

É Xacal, ainda há quem duvide.
Certamente estamos trocando seis por meia dúzia.
A ação é a mesma, os personagens é que são diferentes.

Cleber Tinoco disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cleber Tinoco disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gustavo Alejandro Oviedo disse...

O passado é prólogo.

Anônimo disse...

Prefeito de Campinas é acusado de improbidade

O prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos (PDT), e o secretário de Finanças, Francisco Esquef, são acusados de apropriação indébita e improbidade administrativa. Segundo a denúncia, a prefeitura desconta dos servidores parcelas de empréstimos consignados, mensalidades de plano de saúde e vale-alimentação, mas repassa os valores com atraso. Segundo O Estado de S. Paulo, a prefeitura admite atrasos, mas nega irregularidades.

Sexta-feira, 9 de dezembro de 2005

Cleber Tinoco disse...

Vereador vai à Justiça contra o prefeito Hélio

O vereador Rafael Zimbaldi (PSL) impetrou ontem no Ministério Público representação contra o prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos (PDT), e o secretário municipal de Finanças e Recursos Humanos, Francisco Esquef. O parlamentar quer que a Promotoria investigue a suposta prática de crime de apropriação indébita e de improbidade administrativa pelo fato de os dois gestores não estarem pagando os supermercados que recebem o auxílio-alimentação dos cerca de 14 mil servidores municipais, apesar de os valores serem descontados dos holerites do funcionalismo público. O pedido ainda será distribuído no Ministério Público.

O atraso no pagamento dos fornecedores da Prefeitura de Campinas fez com que metade dos 16 supermercados que recebem o auxílio-alimentação do governo municipal, no valor de R$ 300,00, suspendesse as vendas aos servidores públicos. A dívida da Prefeitura com os supermercados é de cerca de R$ 6 milhões, de acordo com a assessoria de imprensa do governo municipal. O atraso no pagamento dos supermercados é de 75 dias. Segundo a legislação, o pagamento das compras realizadas será efetuado pela Prefeitura até o trigésimo dia subseqüente ao primeiro dia de prazo concedido para a compra.

“Recebo reclamações diárias de servidores que não têm nada a ver com o problema e passam por constrangimentos de não conseguirem comprar o alimento que precisam”, afirmou o vereador, que acrescentou ainda que um funcionário teve o nome protestado em cartório. Zimbaldi disse que esse servidor fez um empréstimo em um banco conveniado com a Prefeitura de Campinas e que as mensalidades foram descontadas do seu salário. “Porém, a Prefeitura não pagou a instituição financeira, que protestou o servidor. É um absurdo o que está acontecendo”, destacou o parlamentar.

Exemplo como o do banco que protestou o nome do servidor em cartório, para Zimbaldi, confirmam suas denúncias. “Esses fatos configuram que o prefeito tem cometido ilegalidades’, garantiu o vereador.

A diretora do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Campinas, Vera de Jesus da Cunha Claro, disse que problema começou há cerca de quatro meses e se intensificou há duas semanas. Ela afirmou que o sindicato recebe cerca de 100 ligações diárias de funcionários que são surpreendidos com a recusa dos supermercados de receberem o auxílio-alimentação.

A Administração municipal informou, por meio de assessoria de imprensa, que os atrasos no pagamento de fornecedores é oriundo de R$ 106 milhões de restos a pagar da gestão da ex-prefeita Izalene Tiene (PT), além do fato de o governo municipal ter sido surpreendido com R$ 61 milhões a mais que devem ser pagos até o final do ano em razão do plano de cargos, carreiras e salários, que impactou a folha de pagamento em 37% e não 19% como previa o governo anterior.

A crise financeira fez com que a Prefeitura de Campinas utilizasse R$ 16,7 milhões de repasse da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A. (Sanasa) para pagar dívidas com fornecedores, que totalizam R$ 43 milhões. Esquef, que participou no mês passado de uma audiência pública na Câmara, afirmou que iria recompor a verba com “uma gestão planejada e com aumento de receita oriunda de uma campanha agressiva de arrecadação.”

Assessoria nega retenção de valores do funcionalismo

A assessoria de imprensa da Prefeitura de Campinas alegou que não tem fundamento a representação do vereador Rafael Zimbaldi (PSL) contra o prefeito Hélio de Oliveira Santos (PDT) e o secretário municipal de Finanças e Recursos Humanos, Francisco Esquef, por suposta prática de crime de apropriação indébita e de improbidade administrativa.

Para a assessoria de imprensa, o auxílio-alimentação é um benefício e não há retenção dos valores e nem descontos na folha de pagamento dos servidores públicos da Prefeitura. Zimbaldi, no entanto, rebate a alegação e afirma que “o convênio saúde e os empréstimos estão sendo descontados dos servidores municipais e isso configura apropriação indébita.” (RG/AAN)

A FRASE

“A apropriação indébita pode levar à cassação do prefeito.”

RAFAEL ZIMBALDI (PSL), Vereador

Tramem disse...

o salário líquido de um secretário municipal gira em torno de R$ 4,300, menos que o salário pago por Quissamã por exemplo. santo esqueff, santo não desculpe missionário squeff e a missionária rosinha devem abrir mão do salário, só vão receber o dízimo , aleuia irmão...

Tramem disse...

ops, ALELUIA

Anônimo disse...

Pô Xacal, cadê você.
Ás quartas enforca?

Anônimo disse...

Para quem não sabe, com o aumento do salário do prefeito os DAS aumentam junto e parece que vai para treze mil reais, e a Rosinha não poderá evitar isso já que a previsão do ano que vem quem faz é Mocaiber.
Temos que lembrar que na vida tudo é aposta, o competente Esquef não está aqui pelo salário mas sim pelas possibilidades, pois Rosinha é uma ex-Governadora, Garotinho poderá ser Governador e isso lhe da condições de em dois anos figurar como secretário de Estado, ficando por tanto no cenário nacional, pois esses vivem disso, esse foi o motivo de Henrique Meireles por exemplo deixar o BANK of BOSTON para ir para o BC, salário é que não poderia ser mesmo, e lógico respeitando as devidas proporções.

Anônimo disse...

Bem elaborado o comentário das 17:06.
Daí, podemos concluir, que a Prefeitura de Campos é uma vitrine.
Para quem deseja altos voos, não tem melhor.

Zuckner disse...

Tomara que se exponham bem....na vitrine Goytacá

Pensando assim podemos ter um pouco de esperança, ou nao, vai saber?

Evouk disse...

Talvez Garotinho tenha aprendido que política de "compadre" nao faz avançar... acredito que ele esteja tentando se rodear de ótimos "técnicos" para que sua equipe faça esta cidade acontecer(coisa que já passou da hora), uma coisa tenho certeza; ele sabe que é última chance que Campos dará a eles.

Estou otimista.

Que maravilha poder chegar do trabalho e ler coisas realmentes interessantes sobre a cidade que vivo e amo.
Parabéns a todos vcs que frequentam e dao vida a blogesfera compista.
Parabéns Xacal...seu mala, mas necessário..rs

Anônimo disse...

Alô Xacal, cadê você,
Eu vim aqui só pra te ver.
rsrsrsrs

Tramem disse...

Só se a madame rosinha vai enviar uma outra lei aumentando separadamente o salário dos DAS que só são reajustados junto com os demais servidores, a lei em questão fixa apenas salário de prefeito e vereadores dentro do limite estabelecido pela legislação sobre um percentual do salário dos deputados. Mas não acredito , o salário deve ficar nos R$4.300,00 e os missionários recebem a complementação em díimo mesmo! acordem, orai vigiai!!!!

Anônimo disse...

Gente é esse homem então que foi indicado pra secretaria de finanças?????????????Logo pra lá??????
Apropriação indébita e improbidade administrativa????????????????
Já vi esse filme e não gostei...
Roxanne

Anônimo disse...

MP processa Rosinha Matheus, Anthony Garotinho e outras 26 pessoas
Renata Victal, JB Online
FONTE: JORNAL DO BRASIL

RIO - O Ministério Público Estadual, pelas promotorias de Justiça de Tutela Coletiva da Cidadania da Capital, entrou com nova ação civil pública contra os ex-governadores Rosinha Matheus e Anthony Garotinho, o então secretário de Saúde, Gilson Cantarino, e outras 25 pessoas. Eles são acusados de desviar centenas de milhões de reais do Fundo Estadual de Saúde, através da FESP, empresas e Ongs.

A ação, proposta no dia 18 de novembro, está sob apreciação pela 6ª Vara de Fazenda Pública com pedido de liminar de bloqueio de bens dos réus que ainda não foi decidido pela Juíza em exercício.


Os promotores esmiuçaram o Projeto Saúde em Movimento, executado pela secretaria estadual de Saúde em duas fases. Na primeira delas, foram contratadas a Fundação Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro (Fesp) e a Ong CBDDC (Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos da Cidadania, com vigência de 01 de março a 31 de outubro de 2005. Na segunda fase do projeto foi contratada a Ong PROCEFET, com vigência de 01 de novembro de 2005 a 31 de dezembro de 2006, para dar continuidade ao mesmo Projeto.

Nas duas fases, garantem os promotores, o Fundo Estadual de Saúde foi alvo de fraude. A então governadora Rosinha Matheus contratou as entidades privadas mediante dispensa irregular de licitação.

Para a execução dos programas e/ou projetos para os quais havia sido contratada, a FESP subcontratava entidades privadas, supostamente sem fins lucrativos, também mediante dispensa de licitação. Estas terceirizações, também sem respaldo legal, não raras vezes originavam outras novas subcontratações, caracterizando as denominadas ‘quarteirizações’ pelas quais se fornecia indiretamente a mão-de-obra necessária à execução das atividades-fins do estado.

Este modelo de contratações irregulares possibilitou o denominado ‘esquema das ongs’. Na avaliação do MP, as Ongs contratadas formavam um verdadeiro ‘jogo de cartas marcadas’.

Na denúncia, o MP diz que os R$ 6.4 milhões foram desviados da secretaria de Saúde em favor de diversas empresas ligadas aos Réus, sem comprovação de qualquer serviço prestado. Dentre estas empresas, estão algumas que doaram recursos para a campanha da pré-candidatura de Anthony Garotinho à Presidência da República.

Alguns dos convênios firmados destinavam-se à contratação de mão-de-obra para unidades da saúde como o Hospital Estadual Azevedo Lima, Hospital Estadual Getúlio Vargas, Hospital Estadual Rocha Faria e Instituto Estadual de Hematologia (Hemorio), Hospital Estadual Albert Schweitzer, Hospital Estadual Carlos Chagas, Instituto de Assistência dos Servidores do Rio de janeiro e Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels, entre outros.

A quantidade de pessoal contratado para trabalhar, por intermédio do trinômio FESP/CBDDC/cooperativas, ultrapassou o número de 9.500 profissionais. Entretanto, nenhuma das entidades envolvidas apresentou as planilhas que especificassem a relação nominal dos profissionais alocados nas unidades hospitalares e/ou administrativas da secretaria de Saúde, com indicação de cargo, salário, lotação e carga horária/dia, que pudessem justificar a despesa e permitir a fiscalização da execução contratual.

Segundo o MP, foi constatado que, uma vez transferidos os recursos públicos para as contas das organizações não-governamentais, eram simulados negócios jurídicos envolvendo as aludidas Ongs e empresas privadas, a fim de justificar despesas fictícias, possibilitando deste modo o desvio de verbas públicas para terceiros.

No caso da contratação da Fesp, há outra irregularidade. Segundo o os promotores, o convênio foi firmado um dia antes da autorização da então governadora Rosinha Matheus.

Rosinha teria sido responsável pela liberação de pagamentos excedentes ao limite autorizado, no montante de R$ 12,2 milhões à FESP.

Confira os valores das contratações feitas pela Fesp INEP recebeu R$ 33.340.256,85 INAAP recebeu R$ 48.880.262,01 IBDT recebeu R$ 32.359.099,95 CBDDC recebeu R$ 143.425.089,27
[18:51] - 10/12/2008 - RSS

Anônimo disse...

prefeitura de campinas não esta pagando as empresas que forneceram materiais para a saude,informaram que no mes de novembro vão começar a pagar as empresas que entregaram material em janeiro desse ano.

para onde esta indo o dinheiro?

Anônimo disse...

infelizmente o atraso de pagamento esta acontecendo em todos os estados, digo isso por que trabalho com licitação,não conheco um orgão que esta pagando em dia, imagina se vc não pagar os seus impostos em dia vc não pode participar de licitação, acho que deveria ser igual para os orgãos, não pagou, não pode participar.e tem mais eles podem ficar ate 90 dias para pagar um fornecedor,acho isso um absurdo!