terça-feira, 5 de maio de 2009

A orelha da discórdia...

Paul Gaguin, o suposto agressor...

Vincent Van Gogh, a suposta vítima...

Essa é uma das mais novas polêmicas pouco produtivas, mas que chamam nossa atenção pelo simples gosto que temos belo bizarro...

Mais de 120 depois do incidente, no qual sabíamos ter o pintor holandês Van Gogh ter se mutilado, ao decepar sua orelha, estudiosos alemães, após debruçarem-se sobre as investigações policiais da época, lançam a tese de que foi  o francês Paul Gauguin que cortou a orelha do Van Gogh, com uma espada...

Não há certeza porém se o fato se deu intencionalmente, ou por acidente...Hans Kaufmann e Rita Wildegans, pesquisadores alemães, autores de Van Gogh's ear: Paul Gauguin and the pact of silence...ou em português: A orelha de Van Gogh: Paul Gauguin e o pacto de silêncio...
Os dois curiosos estudaram as correspondências e escritos dos envolvidos, e chegaram a conclusão de que após o incidente, onde o exímio espadachim Gauguin decepara a orelha de Van Gogh, teria a enrolado em um pano, e entregado a uma prostituta de nome Rachel...

Os escritores alegam, ainda, em sua obra, que após o ocorrido, Van Gogh e Paul Gaguin teriam firmado um pacto de silêncio para que o pintor francês não fosse prejudicado....


Fonte: El PAÍS.



2 comentários:

Anônimo disse...

Seguir em frente (I)
No que se refere à democracia, as coisas no Instituto Federal Fluminense (IFF, antigo Cefet-Campos) demoraram um pouco para seguir em frente. Necessária desde o dia 29 de dezembro de 2008, quando foi publicada a lei federal que passou os Cefet’s a IF’s em todo o Brasil, em Campos a criação das comissões para se discutir o estatuto e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), prévios e necessários à eleição de diretor geral dos campus de Campos-Centro e Macaé, tiveram que esperar até 27 de março de 2009.

Seguir em frente (II)
Todavia, além do atraso, o seguir em frente da democracia esteve longe de ser movimento espontâneo no IFF, pelo menos por parte do grupo político enraizado com espinhos junto à reitoria. Muito a contragosto deste grupo, a portaria que criou as comissões foi assinada pela reitora Cibele Daher no dia seguinte à entrevista que o professor Luiz Augusto Caldas concedeu à Folha, no dia 26. Falando em nome do ministério da Educação, ele usou a lei para riscar publicamente o limite de espera ao exercício do voto: até o fim de 2009.

Seguir em frente (III)
Enquanto se deixa envolver por um grupo com interesses políticos que excedem até os muros do IFF, além de enfrentar a oposição do grêmio estudantil e do sindicato dos professores e servidores da instituição, a reitora tem perdido gente na sua própria equipe. Por não concordarem em seguir em frente com um projeto de poder às custas da lei e da democracia, que teria sido anunciado numa reunião do dia 30 de março, já entregaram os cargos nada menos do que dois pró-reitores, dois diretores e três coordenadores.

Seguir em frente (IV)
Até pela importância do IFF em Campos e na região, todos torcem para que a instituição de ensino siga em frente na sua missão secular de formar profissionais e cidadãos, dentro do respeito à lei e aos princípios democráticos. Foi dentro destes que se deu a eleição da primeira e última diretora-geral do Cefet, legitimamente feita reitora com a transição a IFF. Mas, para continuar seguindo em frente, Cibele bem que poderia escolher melhor com quem caminha.

Anônimo disse...

O pacto: Os historiadores baseiam a tese do pacto de silêncio nas palavras finais de Van Gogh para o amigo: “Tu estás calado e eu estarei também”.

Em Campos, quais foram os pactos de silêncio feitos nos últimos 20 anos envolvendo a PMCG?: