terça-feira, 28 de julho de 2009

O cinismo dos patetas...

Durante muitos anos, os patetas da lapa construíram a sua plataforma política a partir de medidas com verniz popular, mas que, na verdade, causam muito mais prejuízos a população...

É como se "dessem com um pires e tomassem de volta com balde"...

O mais grave é a fala no programa chapa-branca, página virada, do ranulfo rocinha, presidente do cidac, e que se auto-intitula, o guardião dos dados estatísticos do programa de passagem a um real: "há seis meses, não tínhamos a menor noção do que era a passagem a um real, o programa foi um aprendizado"...

Mas como assim...?

Se o gestor que tem a responsabilidade de auditagem dos números, e que preside o Conselho Muncipal de Transportes, nos diz que:
Desde o INÍCIO, ele e seus pares não tinham a mínima noção do que se tratava, por que acreditaríamos que eles AGORA têm alguma noção do que fazem...?

Bom, temos uma leve impressão de que ELES, os patetas, sabem o que fazem: Tirar dinheiro público e encher os cofres do setor privado, usando como CHANTAGEM o interesse da população...

Para ilustrar nosso texto, a observação sempre arguta do nosso jurisconsulto predileto, Dr Cléber Tinoco...

SEGUNDA-FEIRA, 27 DE JULHO DE 2009

Trabalhador assalariado e a passagem a R$ 1,00

O trabalhador pode ter que contribuir com até 6% do seu salário para custear o vale-transporte, enquanto o empregador obriga-se pelo pagamento do valor excedente. O trabalhador que, por exemplo, recebe um salário mínimo (R$ 465,00) e necessita de R$ 54,00 em vale-transporte por mês (2 vales por dia, durante 27 dias do mês), contribuirá com R$ 27,90 do seu salário, ficando o excedente (R$ 26,10) a cargo do empregador. Observa-se que independentemente de quanto se cobra pela passagem (R$ 1,00 ou mais), a parcela de contribuição do trabalhador não se altera. Mas para o patrão faz muita diferença o valor da passagem. Se no exemplo dado a passagem custasse R$ 1,60, as duas passagens diárias do empregado durante os 27 dias do mês consumiriam R$ 86,40, sendo que a contribuição do patrão passaria dos R$ 26,10 para R$ 58,50, enquanto a do empregado continuaria sendo R$ 27,90.



Um comentário:

Anônimo disse...

Falando em Ranulfo Vidigal, vale frisar que tem um pessoal que trabalhou no CIDAC, por conta desse negócio de passagem a 1 real que está a uns 2 meses sem receber... O que será que ele tem a falar sobre isso?!