sexta-feira, 17 de julho de 2009

patetadas na Educação...

Nossa opinião sobre a gestão da educação no governo dos mil patetas vocês já sabem...Simplesmente não há gestão alguma...!

Na ofensiva matinal dos patetas da lapa em seus meios de omunicação de coleira, hoje foi a vez da tia teletubbies freitas...secretária de educação...

O mantra da herança maldita continua...Os erros de concordância e sintaxe idem...O gerundismo de operador de telemarquetíngue agride aos ouvidos...

Mas a pedra de toque foi a abanação de rabo explícita, nos agradecimentos embevecidos dos locutores da rádio (des)educativa pelo din-din que irrigou os cofres instituições de ensino superior, sempre deficitárias e deficientes...

Uma vergonha o locutor aclamar "liberdade" do jornalismo de coleira ali praticado, quando se curvam explicitamente ao poder da verba, que controlam o verbo...

Diante disso, nem vale à pena comentar as iniqüidades e asneiras proferidas pela pateta da educação...

Lamentável...lamentável...


8 comentários:

Candoca disse...

caro Xacal,
Nunca se na Educação tanto desmando, descaso como agora.
A secretária de Educação está perdida. A equipe que está lá, briga como criança para saber quem é o melhor da turma, esquecendo de produzir alguma realmente boa que não seja repetir projetos do passado.
Agora vão terceirizar a merenda do município.
Realmente estamos perdidos!

Anônimo disse...

Um direito constitucional dos escolares

SONIA LUCENA DE ANDRADE

O PROGRAMA Nacional de Alimentação Escolar, criado na década de 1950 com a assessoria de Josué de Castro, é o mais antigo programa de alimentação do Brasil. O objetivo desse programa é atender parte das necessidades nutricionais dos alunos, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes. Colabora também para a formação de hábitos alimentares saudáveis, além de valorizar a diversidade e a cultura alimentares.

No decorrer de sua existência, ocorreram modificações na gestão desse programa. Em seus primórdios, a própria administração pública o gerenciava (autogestão). Posteriormente, passou a admitir-se a terceirização do fornecimento das merendas. Partidários do "Estado mínimo", os defensores da terceirização sustentam que essa modalidade de gestão seria mais vantajosa para o poder público.


Haveria supostamente uma racionalização dos gastos públicos. Em alguns locais onde ocorreu a terceirização (como no Espírito Santo e no município de São Paulo), os profissionais da educação detectaram graves problemas no programa de alimentação escolar, entre os quais: baixa qualidade nutricional dos alimentos; excesso de alimentos industrializados, ricos em açúcares e gorduras (em geral, mais baratos); fraude nas licitações; aumento considerável do custo unitário da refeição; falhas na prestação de serviços; falta de vínculo com a comunidade assistida; transporte inadequado das refeições para as escolas, quando há produção centralizada delas; descaso com a opinião dos alunos; exploração do trabalho das merendeiras ou oferta de condições de trabalho precárias; sucateamento das áreas de produção; e desestruturação da economia local, principalmente da produção de alimentos em pequenos municípios.

Outro agravante é que algumas empresas que são contratadas pelo poder público, ao elaborarem o cardápio, não inserem alimentos regionais. Elas alegam que contrataram nutricionistas para adequar os cardápios à cultura local. Porém, o que se observa, na maioria das vezes, é que o parecer técnico dos nutricionistas não é seguido pelas organizações terceirizadas que os contrataram. Na prática, verificou-se que a autogestão apresenta inúmeras vantagens em comparação com o outro sistema.

Com a autogestão, os gêneros alimentícios são, em regra, comprados de produtores locais -o que contribui para o aquecimento da economia da região, bem como propicia a inclusão, nas refeições, de alimentos naturais e comprovadamente mais saudáveis. Com frequência, os pais dos alunos participam mais efetivamente da execução do programa, por meio dos conselhos. Os órgãos governamentais de controle -como o Tribunal de Contas- têm acesso a mais informações sobre essa execução e, consequentemente, a fiscalizam mais efetivamente. O gestor tem de contar com a assessoria de um nutricionista (o qual assume a responsabilidade técnica do cardápio) e, com o dever de zelar pela educação e saúde dos escolares, acaba se comprometendo mais com o sucesso do programa.

Por fim, é preciso ter em mente que a alimentação escolar é um direito humano e constitucional dos escolares e um dever do poder público. A terceirização revela omissão do Estado em cumprir seu dever, já que a alimentação dos estudantes passa a ser encarada como mera mercadoria que pode ser negociada com a iniciativa privada. Diante dos sérios problemas que a terceirização vem apresentando, conclui-se que a presença do Estado, por meio de autogestão, é necessária para garantir o sucesso do programa e sua universalização.

SONIA LUCENA DE ANDRADE, nutricionista, é professora do curso de nutrição da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). É conselheira titular do Consea Nacional (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional) e membro da diretoria da Asbran (Associação Brasileira de Nutrição).

Anônimo disse...

NINGUÉM VAI QUESTIONAR A PRIVATIZAÇÃO DA MERENDA?

Algumas cidades já adotaram o sistema de privatização da merenda escolar, porém a qualidade do alimento que é servida para as crianças despencou.

PS.: O vereador Renato Barbosa não se manifesta...

Anônimo disse...

O Ministério Público de São Paulo investiga a denúncia da existência de um acordo entre pelo menos 10 empresas fornecedoras da merenda escolar para fraudar a licitação feita pela prefeitura de São Paulo e outras 13 cidades paulistas. Também há suspeita de má qualidade da alimentação fornecida aos alunos das escolas públicas.

As investigações começaram em agosto de 2008 após o depoimento de uma pesquisadora da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), contratada pela Secretária de Gestão de São Paulo para avaliar a terceirização da merenda escolar.

O estudo da Fipe diz que a terceirização era desvantajosa para a prefeitura, já que o gasto seria 3,6 vezes superior ao da administração direta. O relatório diz ainda que a merenda "deixava a desejar", com alta concentração de gordura e falta de proteína e de fibras no cardápio elaborado tanto pelas empresas terceirizadas quanto pela prefeitura. Os pesquisadores da Fipe informaram que um número reduzido de empresas havia encaminhado propostas na licitação e que outra foram excluídas porque não atendiam aos requisitos do edital.

Anônimo disse...

adorei tia teletubbis freitas, mas tb vc pode chamar de perninha de rolinha,anã de circo dos mil patetas,secretina de deseducação, ladra de merenda, ladra dos cofres da educação etc!!!!!!

Anônimo disse...

Hoje na Conferência Municipal de Educação, a secretária, que encontra-se com suas marcas de expressão ainda mais visíveis, estava lá um tanto perdida e sendo paparicada pelos sanguessugas de plantão...

Anônimo disse...

E falando sobre educação, ainda na conferência, a briga em algumas salas foi feia para eleger os delegados.

Anônimo disse...

Graciete Santana nunca se omitiu!

“É mais um atentado à educação pública”


A notícia de que a Prefeitura vai terceirizar a merenda de 83 das 242 unidades escolares não foi bem recebida pela direção do Sindicato dos Profissionais da Educação em Campos (Sepe). Com cerca de 53 mil alunos na rede escolar, a terceirização do serviço é, para Graciete Santana, diretora do Sepe, “mais um atentado à educação pública”. No governo da transparência, mais uma vez a secretaria de Educação não divulgou valores estimados para a licitação, prometidos para quarta-feira e protelados para ontem.



Além dos valores estimados para a licitação, que deve acontecer no próximo dia 24, a secretaria de Educação também não esclareceu se serão mantidos os empregos dos funcionários responsáveis pela alimentação dos 39.400 alunos das unidades que serão atendidas pelas empresas terceirizadas.



Com edital para o contrato disponibilizado na Comissão de Licitação desde segunda-feira para as firmas interessadas, até quarta-feira, cinco empresas já haviam retirado o documento. O edital estipula que a empresa irá assumir as cozinhas das unidades, equipá-las em modelo industrial, se encarregar dos funcionários, das compras e preparar a alimentação. O contrato será de um ano. Ainda não há data determinada para que a empresa vencedora comece a fornecer as merendas.