segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sobre o influenza h1n1...

Como afirmamos desde o início, a desinformação pode matar mais que o vírus...
De certo é que as autoridades de saúde locais, e a imprensa tradicional estão no mesmo barco: parecem que não tem a menor idéia do que se passa...Contra a "epidemia" de desinformação, uma vacina: os dados...

Ontem, domingo, o jornal o globo trouxe algumas informações:

"(...)A gripe suína deixou de ser a exceção no país para se tornar a regra. Dados do Ministério da Saúde divulgados na última semana mostram que 67% dos casos de influenza registrados de abril a agosto são do tipo A(h1n1). Especialistas garantem, entretanto, que não há motivo para pânico, nem mesmo para alterações drásticas de rotina. Embora os primeiros números revelem uma taxa de letalidade mais alta do que a da gripe sazonal, a grande maioria dos casos registrados é branda. Enquanto a vacina não vem, deve predominar o bom senso.
-A cepa é bastante transmissível e já está predominando na síndorme gripal sem maiores complicações- afirma a médica Regina Barbosa Moreira, do Serivço de Doenças Infecciosas e Parasitárias da UFRJ.-Ela também é predominante entre os casos graves.
Estudo divulgado na quinta-feira passada pelo Centro de Biossegurança de Pittsburgh, nos EUa, revelou que medidas adotadas em vários países, inclusive no Brasil-como o fechamento de escolas e repartições públicas e restrições a locais públicos de aglomeração, como cinemas-pouca eficácia têm na pevenção na disseminação da doença.
(...)
O último boletim do Ministério da Saúde, revela que, desde 25 de abril(quando a epidemia chegou ao país), forma registrados 17.277 casos de pessoas com sintomas aparentemente gripais. Do total, 2.959 foram confirmados como influenza A(h1n1), 1.424 como gripe sazonal e os demais como outras doenças. Estes números mostram que, entre as gripes, a suína é totalmente dominante, mas que outros problemas respiratórios são mais freqüentes no país..
O boletim do ministério revela também que, do total de pessoas infectadas pelo novo vírus, a grande maioria (71,5%)apresentou sintomas leves.
(...)"


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