quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Fora de alcance...

Tudo o que dá certo em educação, em Campos dos G., está fora do alcance da gestão desastrosa do Estado e do Município...o IFF e UENF são instuições autônomas, e que orgulham nossa terra...E ainda assim, os (des)governos do júnior cabral e do prefeita-marionete insistem em "aparelhar" a gestão das escolas...Nesse ponto, júnior e o casal napoleão podem andar de braços dados...Sua política pública de educação inexiste...E olha que no caso da UENF, esses dois grupos políticos, supostamente adversários, partilham o mesmo desprezo e tentativa de sucateamento...Mas ainda assim, a Universidade, independente, resiste e avança...!!!

4 comentários:

Anônimo disse...

Vejam voces como foi a administação de Auxiliadora - Naquela onda do nepotismo, foi exonrada uma Diretora e foi direto para Secretaria, chegando lá foi convidada para dar uma chagadinha a Brasilia, vejam os senhores, passear em Brasilia.

George Gomes Coutinho disse...

http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=65780

É mencionado no artigo acima sobre a questão da interferência política, como hipótese, enquanto variável explicativa acerca dos resultados ruins de algumas universidades estaduais no Brasil.

Anônimo disse...

Tentativa de sucateamento? Você já foi na Uenf? Conhece os prédios P4, P5, Hospital Veterinário, Centro de Convenções, prédio da centrífuga? Pois bem, todos feitos/concluídos nos governos Garotinho/Rosinha.
Sabe quando foi feito o único concurso público da história da Uenf? No governo Garotinho. E poderíamos seguir falando...

Mas melhor ainda é citar um pequeno trecho do livro "Uenf, a Universidade do Terceiro Milênio - Uma memória (1993-2003)", escrito pelas professoras Lana Lage e Heloiza Manhães e publicado pela própria Uenf (já autônoma - autonomia conquistada, sem dúvida não sem luta, no governo Garotinho), na ocasião de seu aniversário de dez anos, em 2003:

"Hoje, o quadro de pessoal está finalmente regularizado. Até julho de 1999, havia na Uenf 128 professores concursados: 21 titulares e 107 associados. Em março de 2003, esses números subiram para 29 e 205, respectivamente. Há hoje, mais 50 vagas, com concurso aberto, para serem preenchidas. Entre os funcionários, também a maioria está concursada. Até julho de 1999, eram apenas 63, hoje são 459.

(...)

Além disso, houve, por parte do governo um grande investimento nas obras do campus, incluindo a conclusão dos prédios P4 e P5, inacabadas desde 1993. Os recursos foram vultuosos, na ordem de cinquenta milhões, sendo fundamental o apoio da Faperj, na gestão de Fernando peregrino, inclusive na viabilização da construção do hospital veterinário da Uenf, iniciada em junho de 2001, com projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer."

Marcelo

George Gomes Coutinho disse...

Olá Marcelo,

- Você certamente não deve fazer parte do cotidiano da UENF. Eu faço. Estou lá desde o final da década de 1990. E estive naquele dia, no campus da Federal Rural em 2001, onde o grupo de Garotinho, seu amo e por quem você destila aqui suas verdades parciais, demonstrou o seu tradicional despotismo e ocorreram agressões físicas unilaterais de capangas que resultou na autonomia da universidade. Na época era parte da juventude do PSB que proporcionou o vexame.. Quem sabe você não estaria lá Marcelo?

- Tenho a foto aqui do jornal "O Dia" onde vc verá o Garotinho colocando o dedo na cara do reitor democraticamente eleito...

- Diante disso você quer me convencer que a dupla Rosinha/Garotinho teve qualquer impacto positivo na produção acadêmica da instituição? Bem, TODOS os prédios que você cita estavam previstos no plano inicial da instituição e não foram "feitos" (idealizados, projetados) pelo casal da planície. Alguns destes foram inclusive, somando auto-promoção política, inaugurados mais de uma vez!!!!

- Neste momento o corpo docente e de funcionários vive com um défict salarial de 82%.... Parte deste mesmo corpo docente, de alto nível e uma das únicas instituições do Brasil com um corpo docente exclusivo de doutores, encontra-se em processo de migração para as Federais onde houve uma franca recuperação durante o governo Lula.

- O processo de saída dos docentes é a prova mais cabal de que a instituição sim encontra-se sucateada. Ou, você acha que se tudo estivesse assim tão bem estaríamos vivendo essa crise? Isto implica dizer que não houve a retenção destes docentes que foram concursados no período por você citado.

- Eu tenho o livro da Lana e da Heloiza... Parece que você recortou o que lhe interessou...A regularização do corpo de funcionários era uma pauta sindical e uma imposição jurídica.

Rosinha, Garotinho e o tanque panzer que eles mantinham na direção da Fenorte receberam o título de "persona non grata" pelos movimentos políticos da instituição.

Melhor sorte na próxima vez Marcelo.... Prédios não dão aula. Prédios não fazem pesquisa... É o material humano, operando na infra-estrutura, que produz conhecimento. E é fundamental dizermos o desprezo demonstrado pelo casal quanto a um material humano que pensa por si próprio. Inclusive a Faperj, que operou o custeio de muito do que você apresenta em tom apologético/ufanista, é uma Fundação e deveria ser independente...

Ou será que não é?

De toda forma governantes não fazem favor algum em investir em educação e pesquisa. A UENF não é uma política de "1 real" para ser apresentada como uma benesse proveniente da vontade pessoal de quem quer que seja meu caro Marcelo...

A UENF só chegou a ser o que é na luta contra os interesses particularistas personificados no casal e plasmados na figura da senhora Boynard na temerária gestão da Fenorte. Se não fosse a luta das falanges políticas da UENF a instituição sofreria neste momento um amargo resultado encontrado em algumas das estaduais brasileiras que apresentaram resultados mediocres justamente por terem ficado reféns da polítização negativa do seu aparato funcional. Justamente aquilo que o casal queria fazer.