sábado, 31 de outubro de 2009

TrOlha de FOrA...

É com vocês...

14 comentários:

fernando torres disse...

Xacal, o que é cogente deve persistir.
Fernando Torres.

Anônimo disse...

CARTA CAPITAL(CC), 29 DE MAIO DE 2002 PARTE I

COM A PALAVRA, O INIMIGO ÍNTIMO
Negócios, artimanhas e ameaças de Garotinho no relato do empreiteiro.
A Flavio Lobo e Sérgio Lírio
Na entrevista que segue, o empresário Guilherme Freire conta sua versão da amizade com o presidenciável Anthony Garotinho e os motivos do rompimento. Parte da conversa com CartaCapital tratou do conteúdo de fitas gravadas pelo ex-empreiteiro, mas, seguindo a determinação da Justiça, a revista suprimiu os detalhes nos trechos publicados abaixo. Até porque CartaCapital só teve acesso à parte do conteúdo de um número desconhecido de fitas.
CartaCapital: Por que houve o rompimento entre o senhor e o ex-governador?
Guilherme Freire: Em meados do ano passado, o Garotinho falou à imprensa que rompemos em 1992. Depois, deu uma entrevista ao Boris (Casoy), na Record (programa Passando a Limpo), dizendo que mal me conhecia. Em 1996, Garotinho me ligava insistentemente para que eu comprasse a TV Norte Fluminense. Estávamos formando um grupo. A TV Norte, naquela época, era repetidora da Rede Globo (hoje é da Record), possuía rádio AM e FM. Garotinho tinha um grande interesse nela. O preço era US$ 6 milhões. Ele não tinha o dinheiro todo, precisava de outras pessoas e começou a montar o grupo de financiadores. Eu não tinha interesse em sociedade com o Garotinho. De uma certa forma, comecei a fazer corpo mole para não comprar.
CC: Por quê?
GF: Porque uma tevê nas mãos do Garotinho seria um perigo. Chantagem? Sem dúvida. A menina dos olhos dele sempre foi televisão, jornal, rádio. É a área que ele gosta como empresário. Tenho certeza de que um dos primeiros com quem ele iria querer brigar seria comigo. Eu fiz corpo mole na compra. E a partir daí começamos a nos separar. O deputado Aloísio Castro comprou à época. Depois, o negócio não foi para a frente. A Igreja Universal comprou recentemente.
CC: Além da compra da TV Norte, o senhor intermediou outros negócios para o Garotinho?
GF: Eu intermediei vários negócios para o Garotinho. Sempre fui considerado por ele uma pessoa de altíssima confiança.
CC: Por exemplo.
GF: Eu comprei, a pedido dele, e para ele, 50% de uma rádio de Macaé.
CC: Foi a Rádio Jornal Macaé?
GF: Foi.
CC: Com quanto o senhor entrou?
GF: Com cerca de US$ 200 mil.
CC: O senhor passou a ter algum envolvimento com a direção da rádio?
GF: Eu nem sei onde ela fica. Nunca estive lá. Depois da compra, não participei de mais nada. Garotinho colocou o Paulo (Mafra, empresário, colaborador de campanhas do ex-governador) para administrar a rádio. O Paulo sempre foi muito amigo dele. Depois de algum tempo, a rádio foi vendida (para Aluysio Barbosa, empresário de Campos).
CC: Como o senhor define o relacionamento com o candidato. A que ponto chegava a intimidade de vocês?
GF: Festas de Garotinho, dos filhos, da esposa dele, eram na minha casa. Lá comemoravam os aniversários dos filhos, por exemplo. Para quem diz que não me conhecia, têm festas recentes. Tudo por minha conta. Ele só entrava com os convidados. O Garotinho sempre gostou de ter seu empreiteiro da moda. Quando éramos próximos, me chamava de Odebrecht. Depois de mim, ele passou a fazer festas na casa de outros. O aniversário do filho dele, no ano passado, foi na casa do Ari "Mãozinha" (Ari Pessanha). O Ari tem um defeito na mão. O Garotinho dizia que esse defeito é de tanto roubar. Na tal festa, ele aparece abraçado ao Ari. Eu vi aquela mão no ombro do Garotinho e disse: fechou. O Garotinho é daqueles: "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Ele sempre usa o ditado "Dize-me com quem andas que eu te direi quem és". Ele, que adora essa expressão, se rotulou

Anônimo disse...

CARTA CAPITAL(CC), 29 DE MAIO DE 2002 PARTE II

COM A PALAVRA, O INIMIGO ÍNTIMO
Negócios, artimanhas e ameaças de Garotinho no relato do empreiteiro.
A Flavio Lobo e Sérgio Lírio
CC: Mas o senhor tinha trânsito com ele?
GF: Livre. Não precisava nem botar crachá. Abria e entrava. Se ele estivesse conversando com alguém, terminava logo para me atender. Sempre foi assim. O Garotinho tinha uma porta paralela na casa dele que eu sempre usava para entrar sem qualquer restrição. Sempre fui um alto financiador das campanhas. Dele e de quem ele indicava. Já botei até escola de samba para desfilar no sambódromo fazendo homenagem a ele (A Independentes de Cordovil, em 1994). Banquei tudo. O que ele me pediu e eu pude atender, atendi. Bonés, panfletos, gasolina.
CC: Os senhores se encontravam onde?
GF: A gente se encontrava mais na casa dele. Ofereço meu sigilo telefônico para provar nossos contatos. Em vésperas de eleição, ele me ligava quatro, cinco vezes por dia. Que amor é esse com uma pessoa que mal se conhece? Por que ele me ligava tanto? Sem me conhecer, por quê?
CC: Além de tratar de negócios, tinham uma relação de amizade, de sair para bater papo?
GF: Tínhamos. Íamos a restaurantes, ao Rio juntos várias vezes…
CC: O senhor ajudou na campanha para governador?
GF: E muito. Nessa última não, na que ele disputou com o Marcello Alencar (1994). Principalmente na pré-campanha, quando o Garotinho disputou a indicação do PDT com o Noel de Carvalho e o Jorge Roberto Silveira. Brizola era o governador. Naquela pré-campanha, toda a ajuda foi minha. Saí arrecadando fundos com terceiros, procurando pessoas. Fiz o possível. A partir do momento em que ele ficou como candidato do PDT, o próprio partido, com sua estrutura política, entrou e fez a campanha. Aí já foi outra etapa. Garotinho deu uma entrevista dizendo que ia entrar com uma ação trabalhista contra o Brizola por serviços prestados sem remuneração. Eu quero uma cópia dessa ação para entrar com uma igual contra o Garotinho. Os serviços que eu prestei para ele não foram pequenos, não, foram dos grandes. E eu tenho provas disso. Quero mostrá-las.
CC: Quanto o senhor gastou ajudando o Garotinho?
GF: Dei muita, muita ajuda...
CC: Quando exatamente houve o rompimento?
GF: Depois da história da tevê. O Garotinho criou ali o que chamo de "secretaria da maldade". O secretário, doutor Jonas Lopes, o subsecretário, Antonio Maurício Costa. Eram as duas pessoas incumbidas de agenciar pessoas e advogados para entrar com ações contra mim. O Jonas combinou com o Maurício para colocar a Receita Federal em cima de mim e que outros processos viriam. E que havia conseguido mandado de prisão contra mim. O Maurício Costa, conversando com terceiros, diz que eu estava sofrendo uma fiscalização da Receita Federal. Como ele sabia, se a fiscalização da Receita é uma coisa sigilosa? Como vazou isso? Falar em outros processos? Jonas é incapaz de tomar uma atitude sem o Garotinho participar. Não é uma pessoa que tem autonomia. Nunca teve autonomia nem na casa dele.
CC: O ex-governador se defende dizendo que o senhor o acusa porque ele teria descoberto irregularidades nos serviços prestados por sua empresa.
GF: Ele diz que me colocou para fora da prefeitura em 1992, o que é uma inverdade. Totalmente mentira. Depois de eu me recusar a comprar a tevê, um pouco antes do segundo mandato de prefeito (1997), o Garotinho colocou a Receita em cima da minha empresa, aí ele entrou na prefeitura, mandou as empresas revalidarem as certidões, o cadastro junto às prefeituras, justamente para que não desse espaço para participarmos da obra. A Receita não forneceu a certidão. Ele armou para tirar a minha empresa da prefeitura.

Anônimo disse...

CARTA CAPITAL(CC), 29 DE MAIO DE 2002
PARTE III

COM A PALAVRA, O INIMIGO ÍNTIMO
Negócios, artimanhas e ameaças de Garotinho no relato do empreiteiro.
A Flavio Lobo e Sérgio Lírio

CC: Por que o senhor resolveu falar agora?
GF: Eu não tinha como confrontar o Garotinho antes. É delicado para um cidadão comum enfrentar a fúria de um governador e de um cidadão milionário, diria até perto de bilionário. Tenho sofrido muitas perseguições e a única forma de me defender foi me preparar para denunciar. É o que estou fazendo agora.
CC: Mas não é estranho que o senhor apareça justamente no momento em que o ex-governador sobe nas pesquisas eleitorais como candidato à Presidência?
GF: Não sou político, não tenho afinidade política com ninguém. Não me interessa a posição dele na campanha eleitoral. Quero ser ouvido, mostrar o que está sendo feito comigo. O Garotinho tem mandado vários recados via terceiros de que ele tem uma vasta documentação contra mim. Eu o desafio: mostre. Torne público. Estou perdendo meu direito de ir e vir, me ameaçam falando em documentos que me incriminam. Chantagem, não. Estou disposto a entregar todas as provas que tenho ao deputado Aécio Neves (presidente da Câmara dos Deputados). Sei que no Brasil é uma prática questionável, mas as fitas contêm o raio X de um político que pretende ser o presidente do Brasil. Se eu não conseguir espaço para falar aqui, vou ao exterior, à OEA (Organização dos Estados Americanos), à comissão de direitos humanos mostrar o que tenho passado.
CC: O senhor tem idéia do que seriam esses documentos?
GF: Não, estou até curioso, abro o espaço para que se faça o raio X de um cidadão. Por que não se pode também fazer o raio X de um político, de um presidenciável? A população tem de saber quem ele é. Por que barrar? Por que calar a imprensa? O Garotinho diz que eu fiz fitas. As fitas salvaram vidas, a minha vida e a de outras pessoas. Tenho provas de que ele corrompeu um consulado. E isso é como corromper um país.
CC: Corromper como?
GF: O Garotinho conseguiu um esquema com um consulado no Rio para obter materiais hospitalares sem ter de pagar impostos de importação. O consulado importava produtos farmacêuticos em forma de doação e repassava para ele. O Garotinho tinha um contato lá, alguém identificado como primo do cônsul. Isso era repassado para parceiros. É um tipo de negociação envolvendo um presidenciável da qual, acredito, a população brasileira precisa ser informada.
CC: O que mais?
GF: Quando parte das fitas sobre os acertos no Show do Garotinho foi divulgada no ano passado, o Garotinho disse também que em momento algum corrompeu ou autorizou alguém a corromper o fiscal da Receita. É outra mentira. Ele corrompeu, autorizou e até comemorou. Houve a participação direta do ex-governador na negociação.

Anônimo disse...

CARTA CAPITAL(CC), 29 DE MAIO DE 2002

PARTE IV
COM A PALAVRA, O INIMIGO ÍNTIMO
Negócios, artimanhas e ameaças de Garotinho no relato do empreiteiro.
A Flavio Lobo e Sérgio Lírio
CC: O senhor fez fitas?
GF: Eu tive de entrar num certo submundo para não morrer. Eles queriam me matar. Tive que me defender, juntar documentos que salvaram vidas. Tem fita falando em matar juiz. Há uma conversa em que gente ligada a Garotinho fala abertamente em matar uma empresária de Campos, dona Sila Chebabe. Eu mostrei a fita a ela e isso salvou a sua vida (a empresária confirmou ter ouvido a tal fita). Se não fossem esses documentos, eles teriam me matado. O policial Melchiades (Luiz Carlos), que foi contratado para me matar, havia sido expulso da polícia nos anos 80 por assassinato, roubo e seqüestro. Aí o Garotinho entra para o governo do Estado e o que ele faz: bota o cara de volta na polícia para ele se calar, para não falar que tinha sido pago para me matar. Eu fui ao Ministério Público e levei provas. O depoimento do Josenildo Ramos (empresário), que me informou da trama, é muito contundente. (O inquérito foi arquivado. Leia detalhes à pág. 29).
CC: O senhor diz que sofreu muitas pressões desde as desavenças.
GF: A perseguição que o Garotinho faz comigo, principalmente psicológica, é demais. Eu vivo um momento turbulento, sem saber o que eles vão fazer. Estou sem direito de ir e vir. Quero pedir encarecidamente, ao deputado Aécio Neves, como presidente da Câmara, que me receba, ele ou alguém da Comissão de Justiça, para mostrar tudo o que se tem passado. Está tudo documentado. Quero entregar em mãos. É um pedido que faço. Peço que ele veja o que tenho para mostrar. Sofro perseguições que nem na época da ditadura militar aconteceram neste País. Corro sério risco de vida. Quero mostrar o que estou passando. Eu não agüento mais. Tive de tirar minha família de Campos. Meus filhos começaram a ser discriminados. Há cópias de todos os documentos e fitas guardadas em lugar seguro. Elas serão divulgadas caso aconteça a mim ou à minha família.
CC: Conte melhor essa história do plano para matá-lo.
GF: Garotinho, em 1997, mandou me matar. O Josenildo (Ramos, empresário em Campos) começou a ligar para a minha casa, sem se identificar, avisando o que estava para acontecer. O que ele queria, na verdade, era deixar uma janela para escapulir depois, já que o assassinato teria muita repercussão na região. O matador seria o Melchiades. Com essas informações nas mãos, contratei um escritório de investigação. Eles levantaram e checaram tudo. Eu fui ao Ministério Público e denunciei que o Garotinho tinha armado para me matar. Sobre isso há um inquérito no MP. O promotor Marcelo Lessa convocou várias pessoas para depor, inclusive o então prefeito Garotinho. O ex-governador ligava, em meio a reuniões, para saber o porquê da demora. Eles iam me matar. Tentaram me matar fisicamente. Como não conseguiram, partiram para me matar nos negócios. Inclusive procurando pessoas que me devem e fechando acordos com eles para que não me pagassem. Como é o caso de um processo em torno de R$ 500 mil que tramita na Justiça de Campos.

Anônimo disse...

CARTA CAPITAL(CC), 29 DE MAIO DE 2002 PARTE V

COM A PALAVRA, O INIMIGO ÍNTIMO
Negócios, artimanhas e ameaças de Garotinho no relato do empreiteiro.
A Flavio Lobo e Sérgio Lírio

CC: Que tipo de perseguição o senhor sofria?
GF: Várias. Posso citar, por exemplo, duas perseguições a mando de Garotinho contra mim via Ibama. Em junho do ano passado, foi montada uma operação na minha fazenda. Havia um conjunto de irrigação trabalhando, molhando a lavoura. A chefe do Ibama em Campos, dona Rosa Castelo Branco, casada com um empreiteiro da prefeitura, mandou apreender máquinas e tratores. Ela alegou que a água estava sendo tirada de uma lagoa. Fiquei detido um dia na Polícia Federal. Ela mentiu. Não era uma lagoa, era um açude que eu fiz, eu construí.
CC: E o outro caso?
GF: Foi algum tempo antes, em 1996. O coordenador do Ibama em Campos era Álvaro Mateus, primo-irmão do Garotinho. Fiscais do Ibama foram até uma obra minha, prenderam e acorrentaram várias máquinas. Ele me procurou, disse que as máquinas estavam presas e que precisava conversar comigo. Ele foi ao meu escritório, me disse que havia uma certa necessidade de ajudar na campanha da deputada Alcione Athayde e colocou um certo valor para resolver o problema. Eu disse a ele que íamos resolver. Logo depois, liguei e disse que ele poderia voltar que já estava tudo resolvido. Quando ele voltou, lhe entreguei a documentação da nossa conversa, com os pedidos que ele me fez.
CC: Que tipo de pedido ele lhe fez?
GF: Nada que se pague com uma GRED (guia de pagamento de imposto) em banco.
CC: Ao fazer todas essas denúncias, o senhor se expõe muito. O que espera ganhar com isso?
GF: Só quero recuperar o meu direito de ir e vir, que é sagrado. Perseguições políticas temos de banir.

Anônimo disse...

Aécio a aliados de Minas: "Não estou dando pra trás"

Aécio Neves recebeu no Palácio das Mangabeiras, sede do governo mineiro, cinco dezenas de deputados estaduais que lhe dão suporte legislativo.


Gente que se abriga em 11 legendas, todas associadas aos interesses da gestão Aécio na Assembléia Legislativa.


O pretexto do encontro, ocorrido na noite de quinta (29), era realizar um balanço de 2009. Mas 99,9% do tempo foi dedicado a 2010.


Aécio discursou. O blog(Josias de Souza) recolheu com um dos convidados a essência do que foi dito pelo anfitrião:

1. O governador disse que continua empenhado em tornar-se o candidato do PSDB à sucessão de Lula.

2. Nos últimos dias, o governador levara às manchetes um prazo e um plano. Dissera que, se o PSDB não se definir até dezembro, vai priorizar o Senado.

3. “Não estou dando pra trás”, Aécio disse. Explicou que, passando de dezembro, fica difícil organizar o palanque nacional, atraindo novos aliados.

4. Daí a intenção de voltar-se para Minas caso o tucanato se renda ao calendário de Serra, que tenta empurrar a definição para março de 2010.

5. Aécio deixou antever o óbvio: deseja fazer o sucessor em Minas. Mais: quer assegurar-lhe conforto na Assembléia Legisaltiva.

6. Acenou com o apoio à campanha reeleitroal dos deputados estaduais presentes. Evitou declinar o nome do seu preferido à sucessão estadual.

7. O vice-governador Antonio Anastasia, nome que Aécio traz no bolso do colete, estava ao lado do governador.

8. Anastasia é uma espécie de Dilma de calças. Jamais teve o nome testado nas urnas. Se vingar como candidato, vai a 2010 como ‘poste’ de Aécio.

9. O governador elogiou o vice. E ficou nisso. Se avançasse, converteria o palácio definitivamente num comitê de campanha.

10. A propósito, ao “noticiar” o encontro, o portal do governo de Minas esquivou-se de fornecer os detalhes.

Anônimo disse...

Itamar Franco voltou a ser vice-presidente, agora do PPS.

A última vez que exerceu a patente, vocês sabem, acabou substituindo Fernando Collor na Presidência.

Isso quer dizer o seguinte:

Te cuida, Roberto Freire!

Blog Vitor Longo disse...

Caro Xacal,

A TrOlha tem que estar sempre dentro. A TrOlha ficando de fora não é um bom sinal. Brincadeira!

Anônimo disse...

Covardia de Aécio Neves

Bater em mulher é agressão; não hobby

BLOG DO JUCA KFOURI(01/11/09);
às12h(UOL)


Aécio Neves, o governador tucano de Minas Gerais, que luta para ter o jogo inaugural da Copa do Mundo de 2014, em Belo Horizonte, deu um empurrão e um tapa em sua acompanhante no domingo passado, numa festa da Calvin Klein, no Hotel Fasano, no Rio.

Depois do incidente, segundo diversas testemunhas, cada um foi para um lado, diante do constrangimento geral.

A imprensa brasileira não pode repetir com nenhum candidato a candidato a presidência da República a cortina de silêncio que cercou Fernando Collor, embora seus hábitos fossem conhecidos.

Anônimo disse...

É gente, certos políticos de veriam ser banidos da vida pública pra sempre!

gavilan disse...

Xacal, serà que você saberia me informar qual é o valor do salário dos vereadores de Campos e de quanto cada cabinete dispões para os gastos como salário dos assessores , dos conselheiroas e outras despesas? Se você puder me informar será de grande valia! Além disso acredito que toda a população deveria ter ciência desses valores, concorda?!?!?!!?

Anônimo disse...

Vai aqui uma reclamação de uma dona de casa já desesperada, moro na rua Almirante Greenhalgh, no final da Pelinca, e não aguento mais os trantornos causados pela construção de um prédio aqui na Rua, são pedaços de concreto que caem no quintal, fora a chuva de cimento que suja tudo...
Quando vente muita, são madeiras que caem, pondo em risco as pessoas que passam por aqui. Nenhuma providência foi tomada, apesar das reclamações. Será que já não passou da hora da secretaria de obras tomar providências?
Obrigada Xacal pelo espaço, sou leitora do seu blog.

Anônimo disse...

Aqui em casa, pelo que estou vendo nos comentários, todos, isto é, eu, papai, mamãe e meu irmão gostam de comentar no seu blog.
bjos
Mariana