quinta-feira, 22 de outubro de 2009

TrolHa MuraL...

Sem querer ser ranzinza...Campos dos G., nem consegue ter restaurantes dignos desse nome(em qualidade da comida e atendimento) e quer fazer "festival gastronômico"...Mas a "colonista social" pediu a divulgação, e nós, como todos sabem, somos democráticos, e publicamos até "piadas" como essa...





9 comentários:

Uenfezado disse...

"Entrada franca"!!!!????!!!

Ava disse...

A divulgação está feita...

É só prestigiar...rs


Beijos!

bicho possuido disse...

Se o atendimento lá for o mesmo que os bares dispensam pela cidade, vai ser fod....

Bicho Possuído

Xacal disse...

veja, meu caro bicho possuído que nem me referi aos "botecos" e bares, os quais já me penitenciei com toda a sorte de infortúnios:

desde a malandragem da soma errada, ao péssimo atendimento, a deselegância dos atendedores,e enfim a péssima qualidade do que se vende...

falo dos "gastronômicos"...

veja aí essa minha triste história:

há cerca de três ou quatro meses atrás, na companhia do Professor Roberto Moraes, e do Professor Gustavo don cabezza Lopes, sentamos no fim da Pelina, no Cabernet...

as mesas estavam do lado de fora, no almoço, o que nos fez presumir, é lógico, que estavam ali para serem ocupadas e atendidas...

bom, depois de 30 minutos, sem viva alma, e suportando um cheiro de esgoto insuportável, o professor Roberto, conhecido por ser uma pessoa de calma, foi até o interior e perguntou se éramos invisíveis, ou se as mesas do lado de fora estavam só para enfeite...?

bom, desnecessário dizer que passamos a ser atendidos com mais leniência, e com má vontade...

o cheiro insuportável...

aí você pode perguntar, por que ficaram então...?

manteríamos uma conversa reservada, e o Kantão não é conhecido por fornecer privacidade, e tínhamos nos retirado de outro restaurante pelo mesmo motivo...

não havia, PASME, a exceção do "quilos" nenhum serviço à la carte disponível nessa cidade de 500 mil habitantes de de PIB de emirado árabe...

o outro motivo foi suportar o sofrimento para ter "uma história para contar...

nem me lembro porque, à época não narramos essa história...

ahhh, a comida estava mais ou menos, mas os preços eram de Paris...embora o serviço fosse de Vila Mimosa...

enfim, como tudo em Campos dos G.: uma merda, metida a besta...!!!!

Xacal disse...

PS: faltou o detalhe final...ao pedirmos a conta, cerca de 100 reais por dois bifes(um para cada amigo) e uma porção de pastéis(pois já havia almoçado), esperamos outra eternidade, e fomos surpreendidos pela atendente, que disse que as máquinas de validação de cartões estavam emperradas...

ou seja, como ela não avisou, corremos o risco de, se estivéssemos desprevenidos, sermos convidados a lavar pratos...bom, pelo cheiro de esgoto da parte de fora, que escorria como língua negra do interior do respeitável restaurante, seria uma descida ao inferno....

bicho possuido disse...

Xacal,

Já que você citou, faz tempo que não encontro com o grande amigo de Escola técnica, Gustavo Don Cabezza Lopes. Anda meio sumido.
Mas vamos ao cerne da questão:
Com certeza todo nós já passamos por alguma agrura nesses restaurantes e botecos da planície lamacenta.
Vou relatar a minha história triste:
Fui obrigado a ir ao "Laviera", quando ainda era do soldadinho do Coronel da Lapa, por conta de um aniversário. Sempre fui contra frequentar aquele ambiente, pois não gostaria de contribuir estatisticamente com a lavação de "pratos" para o qual aquele bar foi montado, mas diante da pressão e do convite de uma amiga de comemorar o aniversário lá, não tive escapatória.
A única coisa que comi lá foi uma batata, que no cardápio, era com cheddar. Eis que veio o prato mais simples que se pode pedir em um bar sem medo de errar. Só que no lugar do cheddar veio um queijo mussarela misturado com queijo prato derretido em cima.
Não mandei nem devolver, pois não valia a pena e iria estragar a minha noite e da aniversariante. Parecia que estava advinhando. Para onde foi a diferença de preço da mussarela e do cheddar que eu paguei?
Pra minha conta que não foi.

São tantas histórias de péssimo atendimento nesta cidade, que daria para escrever um livro.
Mas esta fiz questão de destacar, pois nem no "Marquinho bundinha de fora" se comia tão mal. Aliás lá tinham ótimos petiscos. Vinha com o dedo do garçom dentro, mas era barato, sem frescuras e muito bons.
Daí que me lembrei do grande amigo Cabeça, quando íamos lá no "marquinho" tomar umas cervejas, fazer a cabeça e ir andando para o ururau. Bons tempos.

Abraços,

Bicho Possuído

Anônimo disse...

Fiz um curso de culinária aqui e fizemos visitas a alguns restaurantes para aprendizado e posso afirmar, nenhum obedece as normas da vigilância sanitária e mais ainda, cozinhas de restaurantes renomados em Campos de hotéis e outros numa sujeirada que não tem tamanho, roupas sendo fervidas no mesmo fogão da comida, lixeiras enormes debaixo da bancada de manuzeio dos alimentos, exaustores pingando gordura em cima dos alimentos, cozinheiros sem a proteção nos cabelos e mãos, produtos de limpeza guardados com alimentos, enfim.....o único local limpo respeitando as leis da vigilância sanitária foi o horti fruti da formosa. De lá p/ cá evito almoçar ou jantar em restaurantes, as imagens daquilo ficaram guardadas até hoje. Abçs

Rodrigo P. R. disse...

Ao ler o comentário de bicho possuído sobre o "Baviera", me lembrei de uma coisinha. Lembram que foi divulgado a bem pouco que o referido bar foi vendido ao empresário Pedro Ongaratto, dono de churrascarias na cidade?
Aí eu me lembrei de ter lido a muito tempo, algo sobre o tal empresário e saí procurando na internet, até que encontrei essa postagem publicada pelo professor Roberto Moraes em 2007. Leiam com atenção:

"Quarta-feira, Outubro 03, 2007

Dono da Churrascaria Gramado em Campos, está no meio do questionamento do terreno dado ao estado, em troca de dívidas de empresas no governo Rosinha.

O empresário Pedro Ongarato, dono das churrascarias, Gramado, na avenida Nilo Peçanha e também da Picanha Grill, na chegada BR-101, ambas localizadas em Campos, foi citado hoje, pelo jornal O Globo e agora à noite na TV, pelo Jornal Record, em rede nacional, por ter sido a pessoa “física” que comprou, uma área invadida em 2002, em Jacarepaguá no município do Rio de Janeiro e depois, em 2006 teria repassado ao governo estadual, em troca de dívidas de seis empresas.

Questiona-se o fato de que o terreno do empresário campista não teria “posse pacífica” e por isso, estaria sendo requerido judicialmente. O terreno teria sido comprado por Pedro, em 2002 por R$ 50 mil e quando repassado ao estado teria sido trocado, por débito em ICMS, no valor de R$ 47,5 milhões.

posted by Roberto Moraes at 20:26".


Aí cheguei a conclusão de ligação do tal empresário com a família Garotinho, é antiga. Como podem ver, a ex-governadora pagou bem caro por um terreno que havia custado R$ 50 mil ao empresário. A memória do povo é curta mas nem tanto.

Bicho Possuído disse...

Mandou bem Rodrigo,

Algum caroço tinha nesse angu do "Laviera". Será que o Pedro Ongarato está servindo suco de laranja bem espremido lá no "Laviera"?
Difícil é descobrir o que há de concreto por trás desta negociação do bar(boteco).
O foda (com o perdão da palavra) é que eles vão enchendo o c... de dinheiro, dinheiro nosso desviado na caraça.

Cambada

Bicho Possuído