sexta-feira, 13 de novembro de 2009

TROlHa de FoRA...

A partir daqui, é com vocês...

13 comentários:

Anônimo disse...

Missão 2 cumprida do jornal "OrDinario", agora Missão 1, fechar a "Folha de Embrulhar Peixe".

Xacal disse...

meu caro,

os dois veículos aos quais você se refere, já deixaram de ser jornais há muito tempo...

Jean disse...

O Vasco é o time da virada.
O Vasco é o time do amor.
CAMPEÃO!!

Jean disse...

Secretaria Municipal de Meio Ambiente funcionando no prédio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA)?
Isso é o que chamam de parceria público-privado?
Qual é a base: locação, empréstimo, abrigo, favores?

Anônimo disse...

Enquanto Garotinho brinca, como no post abaixo em seu Blog:


"Cabral paga mico em jantar de Eike para Madonna

Lendo as notícias do jantar que o empresário Eike Batista ofereceu à cantora Madonna tem algumas coisas que chamam a atenção.

O colunista Bruno Astuto, do jornal O DIA revela alguns momentos interessantes. Normalmente as “estrelas” gostam de deixar os outros esperando. No jantar de Eike, “as estrelas” foram o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes que chegaram atrasados e fizeram Madonna esperar.

Mas os convidados estranharam um pouco, a tietagem além da conta, do governador Sérgio Cabral em cima de Madonna. Fez a cantora cair na gargalhada, ao dizer que gostaria de conhecer o namorado dela, o modelo e DJ Jesus Luz. (vide abaixo reprodução da coluna de O DIA).

Realmente, só Cabral! "
XXXXXXXXXXXXX

Eu deixei esse comentario, que mto provavelmente não será publicado.

"Enquanto vc brinca com um assunto sem importancia, deveria prestar mais atenção em Campos, o comercio da cidade esta morto com as tercerizações feitas por firmas importadas para que benificie na sua campanha, onde serão seus financiadores, causando enfraquecimento financeiro ao comercio campista. Era o q as pessoas graduadas já sabiam, pq sabe que ninguem ai ama a cidade, como diz a frase que pega uma carona na de Lula , "minha casa, minha vida".
O comercio sabe que esses 2 meses darão para segurar alguma coisa, pq nos meses passados os prejuizos estão acumulados.
E janeiro, fevereiro...
444 mil para alugar 5 carros...
13 milhoes aluguel de ambulancia...
14 milhoes em software da saude...
18 milhoes terceirizar camposluz...
300 mil passagens areas...
Numa conta simples, em mais de 45 milhoes, somente 300 mil reais deverão ficar em campos, é uma pena, será que nós moradores daqui realmente merecemos isso?"
Rogerio Areas

Anônimo disse...

Caro Jean,

Fico feliz em ver o vasquinho subir. Sem ele perto do MENGÃO fica meio que sem graça.

Quanto ao prédio ser da Ferrovia, será que tem algo há ver com sangue. Digo suga-sangue, ou, sei lá sangue-suga...

Anônimo disse...

Percebe o meu caro... que nós campistas realmente fomos ou seja aos poucos mas sempre e sempre estamos deixando de ser.
O IPssionante é que vivemos desse fomos como se fosse somos!
Ainda vale sobrenome, bens (ficticios ou não) aparencias (projetadas nos fomos)e até títulos (o atual é "DR").
Essa maneira de existir coexiste com uma causa:
Nós campistas, preferimos estar do que ser.
O estar permite o fomos, o somos e o seremos.
Permite sermos um portento continuista que dorme tendo a certeza que um real, continuará sendo 1 real !

RUBRO-NEGRO disse...

EOUUU, EOUUU, Ô FREGUÊS VOLTOUUU!!!
MENGO!!!!!!!

Jean disse...

Xacal,

Das duas uma: houve sintonia na observação ou você, comprovadamente, possui uma "ilustre" leitora.

Observe:

Jean disse...
Secretaria Municipal de Meio Ambiente funcionando no prédio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA)?
Isso é o que chamam de parceria público-privado?
Qual é a base: locação, empréstimo, abrigo, favores?

13 de Novembro de 2009 23:49



Matando Saudades
Ao instalar sua Secretaria em prédio da Ferrovia Centro Atlântica, Paulo Feijó deve ter tido um surto saudosista e morrido de saudades dos dormentes tão desaparecidos, dos trilhos, coisas que fizeram parte de sua vida durante um bom tempo. Como dizem que saudade não tem idade, mas colunista pode e deve ter curiosidade, esta, que ora você lê, deseja saber como é o contrato de ocupação. Foi alugado? Foi cedido? Emprestado?
(Jornal (?) O Diário, Maria Ester

WC disse...

ae feijó faz igual a mim, quando não tiver uma resposta coerente, entra com um papo de doido que não tem nada a ver com o assunto em questão que cola! pode ver na FM de hoje como a minha conversa de maluco tá colando, desviando o foco das licitações superfaturadas e jogando a merda no colo do povo, qua afinal de contas MERECE!!!

Pau lo Feijão disse...

Gostei Surpreendente a sua astúcia, e ainda bem que o povo que vota e faz diferença não lê essa bosta aqui...rsrsrsr

Wilson Cabral: Quem critica a entrega ambulâncias é boçal





"Quem critica a entrega ambulâncias é boçal". Com essas palavras o deputado estadual Wilson Cabral deu um "chega pra lá" nos críticos em entrevista ao programa Panorama Continental, da Rádio Continental, com Cláudio Nogueira. O parlamentar exaltou a iniciativa de municiar as unidades de saúde com veículos para atender à população. "Só sabe a importância das ambulâncias quem sofre e não tem dinheiro para pagar plano de saúde. As pessoas não podem ser socorridas de bicicleta", afirmou Cabral.

Anônimo disse...

Esse Wilson Cabral é um papagaio de pirata, uma vergonha, aonde tem uma autoridade sendo filmada, pode reparar, o cara fica atrás.
Isso é uma vergonha!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Padre diz que presidente da CNBB vetou críticas a Aécio

O presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e arcebispo de Mariana (MG), dom Geraldo Lyrio Rocha, foi acusado de censurar exemplares da edição de setembro do jornal da arquidiocese de Mariana. O editorial da publicação trazia ataques a políticos, em especial ao governador Aécio Neves (PSDB).

O ex-diretor do "Jornal Pastoral" padre José Geraldo de Oliveira, que avalizou o editorial, foi removido do cargo por dom Geraldo em 19 de outubro --segundo o padre, por causa do episódio. Oliveira afirma que o arcebispo determinou o recolhimento de exemplares do jornal que ainda não tinham sido entregues aos assinantes.

No site da arquidiocese, a página 2 da edição de setembro, na qual o editorial foi publicado, não está disponível. A versão impressa tem tiragem em torno de 2.000 exemplares mensais e é distribuído para 70 municípios mineiros.

O texto, intitulado "Do toma lá dá cá ao Projeto Popular", não é assinado, mas foi escrito pelo padre Antônio Claret, ligado ao MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens). Ele diz que o texto foi solicitado pelo padre José Geraldo.

O editorial cita supostos benefícios bilionários concedidos por Aécio, pré-candidato tucano à Presidência da República, a mineradoras e siderúrgicas em Minas Gerais, e afirma que o governador "vem pegando carona no 'lado bom' do governo federal", ao supostamente copiar programas sociais.

O texto também critica a política de alianças do governo Lula e ataca o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), com o uso de um palavrão.

De acordo com o texto, "falcatruas" de Sarney, "somadas às de outros senadores e de outros tantos caciques burgueses, fazem das instâncias públicas e políticas, nos seus diversos níveis, um pântano de 'merda', que respinga em todo o país e no mundo inteiro".

Dom Geraldo disse à Folha que mandou suspender a distribuição do jornal assim que soube do teor do editorial. Para ele, no entanto, o gesto não configura censura, por se tratar de texto presente em espaço destinado à opinião do jornal da arquidiocese.

"O editorial não poderia comparecer num jornal da arquidiocese, pelo tom do editorial nos termos da linguagem e a posição político-partidária que está subjacente claramente no texto. E a arquidiocese não pode adotar uma postura político-partidária", disse.

Dom Geraldo, na edição de outubro, assinou um texto intitulado "O editorial que manchou a edição". Nele, o presidente da CNBB afirma que o editorial "deixou transparecer uma posição político-partidária, que não é assumida pela Igreja de Mariana".

"Por isso, não concordo, não aceito e não aprovo o editorial. [...] Seja esta a última vez que o Jornal Pastoral incorre em erro tão grave", escreveu o arcebispo. Ele não comenta se mandou recolheu exemplares.

Os padres Antonio Claret e José Geraldo Oliveira negam intuito partidário ou eleitoral. De acordo com Claret, o texto tinha o objetivo de "refletir a conjuntura atual".

Sobre o uso de palavrão no texto, Claret diz que procurou usar uma linguagem "para a sociedade entender". José Geraldo afirma que, apesar de os termos terem sido "fortes demais, exagerados", optou por respeitar a linguagem original.