quinta-feira, 12 de novembro de 2009

TrolHa MuraL...

Recado do pessoal do Monitor, leiam aí...

Caríssimos,

Não temos muito tempo. Ninguém confirma no jornal, mas parece mesmo que o último dia de trabalho no Monitor Campista é nesta sexta, 13, para fechar as edições até domingo. Creio que temos que fazer algo.

O que me ocorre é estarmos todos de preto, às 10h, nessa sexta, em frente ao jornal (rua João Pessoa, 202, próximo ao Mercado Municipal), com os cartazes voluntários que cada um quiser levar.

E então, vamos?

O Monitor pode até morrer, mas não será com o silêncio dos campistas!

Abs

6 comentários:

Anônimo disse...

Ótima idéia!!!Estarei lá!

Anônimo disse...

Bom, acredito que só isso não basta. O que podemos fazer de concreto? assinar o jornal, assinar por um bom tempo, comprar espaço para divulgar empresas. To achando que o caminho está errado, quem manda na cidade não vai mover nada para que o Jornal não feche. Sugiro um movimento que entre dinheiro no jornal, só isso. Qual o tamanho do rombo provocado pela não edição do Diário Oficial? Quem está a frente do Monitor poderia ajudar nos informando o que se pode fazer, do ponto de vista financeiro e de gestão, para que o mesmo não seja fechado.

Victor disse...

Irei com uma caixa de fogos para comemorar o fato de uma edição comprada estar tendo fim, tal fato trata-se de um avanço já que hj temos meios de informações livres das correntes às quais o Monitor Campista utivaza como veias para sugar o R$ da PMCG via Diário Oficial, enquanto esse jornalzinho de quinta categoria calava-se diante de absurdos como show's super faturados, praças milionárias, banheiros a preços de casas, milhares de funcionários que recebiam para bater palma ao desgoverno dos Srs. Arnaldo Viana, Alexandre Mocaiber e seus amigos da operação telhado de vidro. No entanto temos uma batalha ganha e não uma guerra, porém acredito q com o avanço das informações via blog's por exemplo fará com q o povo campista ainda assista o fechamento do jornal "O Diário" e da "Folha da Manhã".

Walnize disse...

Caro Xacal,
Em terra de tantos "tombamentos" (leia-se Trianon, um deles )o fato da blogosfera local- incluindo você - postar mais esta perda em nossa cidade , é prova inconteste de solidariedade.
Walnize Carvalho

Xacal disse...

Caro comentarista das 17:09,

pelas informações que tive, o jornal não fechará por questões financeiras...

ele estaria, inclusive, superavitário...

é uma decisão empresarial dos condôminos do espólio dos diários associados...

o monitor morre por suas próprias escolhas e incompetência de seus gestores...

um abraço...

Nilza Franco disse...

Está no site da UENF:
Ato nesta sexta contra o fechamento do 'Monitor Campista'

Uma manifestação contra o fechamento do jornal 'Monitor Campista', terceiro mais antigo
do país em circulação, está marcada para esta sexta, 13/11, às 10h, em frente à sede do
jornal (Rua João Pessoa, 202 ? Centro, perto do Mercado Municipal). O 'Monitor' pertence
ao grupo 'Diários Associados', mas é considerado um patrimônio da sociedade campista.

O jornal entrou em dificuldades financeiras desde que deixou de publicar, recentemente,
os atos oficiais do Município de Campos. A interrupção foi motivada por decisão judicial
baseada na exigência de licitação para a prestação do serviço. Fundado em 1834, antes
mesmo da elevação de Campos à condição de cidade, o jornal prestava o serviço baseado na
tradição. Mas a decisão judicial obrigou a Prefeitura a buscar outra forma de publicação
dos atos oficiais.

Para a comunidade da Uenf, o 'Monitor' tem sido fonte sistemática de dados que embasam
teses, dissertações e projetos de pesquisa. O jornal também tem tido papel diferenciado
na cessão de espaços para o noticiário sobre C&T: desde 2003, há uma editoria de Ciência
que publica matérias da área uma vez por semana, ininterruptamente.

O ato público desta sexta-feira 13 está sendo convocado pela Associação de Imprensa
Campista (AIC), que recentemente completou 80 anos de existência. Os que considerarem a
questão relevante estão convidados a comparecer, se possível de roupas pretas.

Informou a Ascom/Uenf