terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O jeito demotucanalha de governar...



Meca dos demotucanalhas, SP afunda sob a dinastia do serrakassab...Primeiro o buraco do metrô...Depois o "rouboanel", e agora, com as chuvas de verão, mais uma vez, o paulista bóia junto com o cocô do Tietê...

Eficiência é isso aí...

Avante, serra...há um Brasil inteiro por afundar...

13 comentários:

TETECO disse...

Cara vc so sabe criticar. Solução ?
Seu blog parace o do garotinho em relaçao ao cabral. So ele que sabe fazer a coisa andar.
Cara choveu 100ml, ou seja metade do total q deveria chover no mes todo.
Brasilia meca da ptranalha prima dos irmãos metralha.
O irmãO DO PALLOCI recebeu dinheiro da "Amargo Correia", trocadilho infame como vc gosta.
Aqui cara suas estatisticas para mim nao representa nada - nadinha de nada. Lula nao faz mais q obrigação, afinal ele administra o meu o seu e o nosso dim dim.
Cara qm é vc para falar de roubo ?
Seu ptzinho foi oq mais roubou e manipulou nesse pais de coco.
Eu to liberado para torcer por qualquer politico ou coligação, mas vc ta fudido vai ter que fazer campanha e torcer para sergio cabral e um caditado a vice do ptzinho
O bom e que hoje começa "cinquentinha" na globo. vou poder assistir tranquilo e nao vai afetar em nada minhas ideias.
Lula é bom ? È.
mais pega leve cara, o pau que bate em francisco e o memo q bate em chico.
Bastou ser politico para ser corrupto.
Agora te pergunto ?
Seus chefes calaram vc a respeito das "meninas de Guarus" - vc ta tao quietinho - q q houve ? O povo pode ter memoria curta, eu nao.
Acho q vc devia assinar seu blog e nao encerrar e mais ainda, dar uma repaginada na sua cabeça dura de pseudo intelectual petistazinho frustado.
e pior agora ainda q ser critico de cinema - brincadeira - me poupe...

TETECO

Anônimo disse...

Se é para apelar, então todos as desgraças decorrentes do tempo, como nunca antes neste país, são todas culpa do governo do Lula, do PT.
A começar pelo Furacão Catarina, logo após o início do governo do Lula.

Xacal, seu interesse pelo PT, pelo Lula, o está fazendo delirar e inventar. Deu Blog está acabando e com ele as ua pseudo reputação de bem intencionado.

Anônimo disse...

Sim, nunca antes neste país, durante o Governo Lula, no país inteiro, ocorrem tantas desgraças por causa de chuvas e tempestades.

Xacal disse...

Pobres boçais...

Quiseram atribuir o "apagão" a falta de competência do Governo Lula...

Semanas, e semanas de assédio, só interrompido depois da queda do "rouboanel"...

Aqui em Campos dos G., culpam as autoridades pelo descaso e falta de prevenção contra as cheias, aliás, corretamente...

Mas aí, quando é hora de cobrar a fatura do serrakassab, eles entubam...

tsk, tsk, são tão óbvios que até dá pena...

aí, misturam alhos com bugalhos, cabral com garotinho, palocci, astronauta e jumento...

olhem que singelo:

"(...)
Cara qm é vc para falar de roubo ?
Seu ptzinho foi oq mais roubou e manipulou nesse pais de coco.
Eu to liberado para torcer por qualquer politico ou coligação, mas vc ta fudido vai ter que fazer campanha e torcer para sergio cabral e um caditado a vice do ptzinho
O bom e que hoje começa "cinquentinha" na globo. vou poder assistir tranquilo e nao vai afetar em nada minhas ideias."(...)

Depois disso, só falta deitar, rolar, dar a patinha e fingir de morto....

ensinadinho o filhote de ali kamel....


........

quanto ao caso "meninas de guarus", aí vai:

não lhe devo satisfação...mas ainda assim publiquei o que achei certo, até onde achei que deveria...

agora, estou só a assistir ao triste espetáculo que porcalistas e leitores imbecis como você nos proporcionam...

os primeiros por marronzice canalha, e leitores como você, com voyeurismo sádico, tão pedófilo quanto os criminosos...

não quero ´participar desse "triste" espetáculo...

as informações mais relevantes, encaminhei aos órgãos competentes....

Anônimo disse...

Popularidade de chega 72% de otimo e bom, o que, segundo o Globope, é o ponto em que ele estava antes da crise que a urubóloga Miriam Leitão dizia que ia tragar o Brasil..

Segundo o Globope – para quem acredita em pesquisas - o apagão, que a urubóloga Miriam Leitão anunciou como o Fim dos Tempos, nem arranhou a popularidade presidencial.

Ou seja, o PiG (**) ladra mas não morde o Lula.

O Globope também faz considerações sobre a campanha presidencial.

O dono do Globope já disse que a Dilma não se elege.

Logo, essas pesquisas sobre intenção de voto, que não valem nada, as do Globope valem menos ainda.

Porem, cabe observar que na campanha de 2002, depois de desconstruir a Roseana Sarney com a ajuda do deputado agora tucano Marcelo Lunus Itagiba, Zé Pedágio precisava destruir o Ciro Gomes.

Arrumou um vídeo – sempre um vídeo ! – em que Ciro batia boca com um provocador e tratou de divulgá-lo.

Logo depois, apareceu uma pesquisa do Globope para anunciar que Ciro estava morto.

Na época, este modesto blogueiro teve a informação de que o passador de bola apanhado no ato de passar bola (***), Daniel Dantas, foi um dos financiadores dessa “pesquisa”.

Agora, está na hora de enterrar Aécio.

E, por acaso, este Globope de ontem pode ajudar nessa ação desconstrutiva do Zé Pedágio.

Como disse o Ciro, ele não tem escrúpulos – se for preciso, passa com um trator por cima da mãe.

Ou, do mesmo autor, o Serra é mais feio por dentro do que por fora.

Anônimo disse...

Sabe-se que, nos últimos dias, Serra se dedicou a:

1) Mexer no câmbio;

2) Trocar fórmulas de veneno para lançar contra o Aécio, o Alckmin e os jornalistas que falam mal dele;

3) Mandar o Agripino tirar o Arruda das manchetes.


Enquanto isso, houve uma enchente em São Paulo que matou onze.

Como sempre, a culpa é da chuva.

A chuva abriu a cratera do metrô.

A chuva derrubou a viga do Robanel.

A chuva derrubou o Zé Pedágio nas pesquisas.

A chuva engarrafa o trânsito de São Paulo.

Os tucanos que governam São Paulo há 15 anos não podem controlar a chuva…

Cidade de São Paulo não fez diagnóstico nem apresentou ações de prevenção como prevê a lei federal que entrou em vigor há seis anos.

Anônimo disse...

RECORADR É VIVER
Serra travou na Justiça ação que ia apurar se ele é ladrão.

Estamos em 1988, na disputa pela prefeitura de São Paulo.
Os candidatos eram o deputado federal José Serra, Paulo Maluf e João Leiva.

Maierovitch era Juiz da 2ª. Zona Eleitoral.Flavio Bierrenbach, hoje Ministro do Tribunal Superior Militar, no dia 29 de outubro de 1988 foi ao horário eleitoral gratuito e faz a seguinte declaração:

"No dia 15 de novembro, João Leiva vai ter que derrotar dois Malufs.
Um Maluf todo mundo conhece, aquele que nasceu no lodo da ditadura. O outro poucos conhecem.
José Serra entrou pobre como Secretario do Planejamento de Franco Montoro e saiu rico.
Prejudicou muitos de seus ex-companheiros.

Como o outro Maluf, tem uma ambição sem limite.
Como o outro Maluf, Serra usa o poder de forma cruel, corrupta e prepotente."

Serra pediu direito de resposta no horário eleitoral. Maierovitch deferiu.

Além disso, Serra entrou com uma representação, para que tudo fosse encaminhado ao Ministério Público, já que ele tinha sido caluniado, difamado e injuriado.O advogado de Serra era Mario Covas Neto.

Maierovitch encaminhou ao Ministério Público denúncia de Serra contra Bierrenbach.
A denúncia de Serra mostrava que ele tinha sido caluniado, porque Bierrenbach dissera que ele entrou pobre no Governo Montoro e saiu rico; e porque usa o poder de forma corrupta.

A denúncia dizia que Serra tinha sido difamado, porque Bierrenbach tinha dito que o outro Maluf poucos conheciam; que ele enganara muita gente, e que tinha feito uma campanha milionária para deputado federal.

A denúncia de Serra dizia que Bierrenbach o tinha injuriado, porque disse que ele, como Maluf, tem uma ambição sem limites; que, pelo poder, é capaz de tudo.
Maierovith aceitou um recurso de Bierrenbach: queria a “exceção da verdade”.

Ou seja, queria provar que tinha dito a verdade.Maierovitch recebeu e encaminhou os pedidos de Bierrenbach para ter acesso à declaração de renda de Serra à Receita Federal, à movimentação de contas em bancos, à prestação de contas de Serra à Justiça Eleitoral, à convocação de testemunhas.

Tudo deferido.

Serra entra com mandado de segurança para que Maierovitch fosse afastado do caso e tudo passasse ao Supremo Tribunal Federal.

Maierovitch indeferiu o pedido.
Levou em consideração a própria jurisprudência do STF: o juiz natural da ação era, de fato, Maierovitch.

Serra mudou de tática.
E disse que, pensando bem, não tinha sido nem “caluniado”, nem “difamado”. Tinha sido, apenas, “injuriado”.Por quê?

Porque na Justiça Eleitoral, no crime de “injúria” não cabe a “exceção da verdade” – ou seja, não cabe pedir o direito de mostrar as provas.

Maierovitch recusou o “pensando bem” de Serra.

E mandou buscar as provas que Bierrenbach disse que tinha de que Serra entrou pobre e saiu rico do Governo Montoro e usava o poder de forma corrupta.

Maierovitch considerou que não podia julgar antes. Ou seja, não podia, antes de ver as “provas” de Bierrenbach, se havia calunia e difamação ou não.

Surpresa.

No Tribunal Regional de São Paulo, o desembargador Carlos Alberto Ortiz suspendeu o processo, até que novo mandado de segurança de Serra, agora assinado pelo advogado Marcio Thomaz Bastos, fosse julgado.

O mandado foi distribuído para o Juiz Francisco Prado, que assumiu o cargo de juiz por indicação do governador Mario Covas.

Estamos aí, portanto, “num ambiente tucano”, diz Maierovitch.

O processo, aí, parou.
Ficou “travado”, como se diz na Justiça brasileira.

Depois de ser Juiz, Francisco Prado foi Secretario de Habitação de Mario Covas. E Secretario do Emprego do Governo Alckmin.
Em 1997, Prado teve que deixar o Tribunal.

Deixou atrás de si um cartório de processos não julgados.
Mas, antes de sair, julgou o mandado de segurança de Serra.

Veja bem o fato se deu em 1988.
Prado julgou em 1997.
Levou quatro anos com o mandado de segurança em cima da mesa.

E o que descobriu Prado ?
Que os crimes estavam prescritos.

Anônimo disse...

O último suspiro de Serra

A candidatura José Serra naufragou. Seus eleitores ainda não sabem, seus aliados desconfiam, Serra está quase convencido, mas naufragou.

Política e economia têm pontos em comum. Algumas forças determinam o rumo do processo, que ganha uma dinâmica que a maioria das pessoas demora em perceber. Depois, torna-se quase impossível reverter, a não ser por alguma hecatombe – um grande escândalo.

O início da derrocada

O início da derrocada de Serra ocorreu simultaneamente com sua posse como novo governador de São Paulo. Basicamente:

1. O estilo autoritário-centralizador e a falta de punch para a gestão. O Serra do Ministério da Saúde cedeu lugar a um político vazio, obcecado com a política rasteira. Seu tempo é utilizado para planejar maldades, utilizar a mão-de-gato para atingir adversários, jornalistas atacando colegas e adversários e sua tropa de choque atuando permanentemente para desestabilizar o governo.

2. Fechou-se a qualquer demanda da sociedade, de empresários, trabalhadores ou movimentos sociais.

3. Trocou programas e ideias pelo modo tradicional de fazer política: grandes gastos publicitários, obras viárias, intervenções suspeitíssimas no zoneamento municipal (comandado por Andrea Matarazzo), personalismo absurdo, a ponto de esconder o trabalho individual de cada secretário, uso de verbas da educação para agradar jornais. Ao contrário de Franco Montoro, apesar de ter alguns pesos-pesados em seu secretariado, só Serra aparece. Em vez de um estado-maior, passou a comandar um exército de cabos e sargentos em que só o general pode se pronunciar.

4. Abandonando qualquer veleidade de inovar na gestão, qual a marca de Serra? Perdeu a de bom gestor, perdeu a do sujeito aberto ao contato com linhas de pensamento diversas (que consolidou na Saúde), firmou a de um autoritário ameaçador (vide as pressões constantes sobre qualquer jornalista que ouse lhe fazer uma crítica).

5. No meio empresarial (indústria, construção civil), perdeu boa parte da base de apoio. O mercado o encara com um pé atrás. Setores industriais conseguem portas abertas para dialogar no governo federal, mas não são sequer recebidos no estadual. Há uma expectativa latente de guerra permanente com os movimentos sociais. Sobraram, para sua base de apoio, a mídia velha e alguns grandes grupos empresariais de São Paulo – mas que também (os grupos) veem a candidatura Dilma Rousseff com bons olhos.

A rede de interesses

O PSDB já sabe que o único candidato capaz de surpreender na campanha é Aécio Neves. Deixou marca de boa gestão, mostrou espírito conciliador, tem-se apresentado como continuidade aprimorada do governo Lula – não como um governo de ruptura, imagem que pegou em Serra.

Será bem sucedido? Provavelmente não. Entre a herança autêntica de Lula – Dilma – e o genérico – Aécio – o eleitor ficará com o autêntico.

Além disso, se Serra se tornou uma incógnita em relação ao financismo da economia, Aécio é uma certeza: com ele, voltaria com tudo o estilo Malan-Armínio de política econômica, momentaneamente derrotado pela crise global.

Mas, em caso de qualquer desgaste maior da candidatura oficial, quem tem muito mais probabilidade de se beneficiar é Aécio, que representa o novo, não Serra, que passou a encarnar o velho.

Anônimo disse...

A dinâmica atual da candidatura Dilma Rousseff.

1. É apoiada pelo mais popular presidente da história moderna do país.

2. Fixou imagem de boa gestora. Conquistou diversos setores empresariais colocando-se à disposição para conversas e soluções. O Plano Habitacional saiu dessas conversas.

3. Dilma avança sobre as bases empresariais de Serra, e Serra se indispôs com todos os movimentos sociais por seu estilo autoritário.

4. Grande parte dessa loucura midiática de pretender desestabilizar o governo se deve ao receio de que Dilma não tenha o mesmo comportamento pacífico de Lula quando atacada. Mas ela tem acenado para a mídia, mostrando-se disposta a uma convivência pacífica. Não se sabe até que ponto será bem sucedida, mas mostrou jogo de cintura. Já Serra, embora tenha fechado com os proprietários de grupos de mídia, tem assustado cada vez mais com sua obsessão em pedir a cabeça de jornalistas, retaliar, responder agressivamente a qualquer crítica, por mais amena que seja. Se já tinha pendores autoritários, o exercício da governança de São Paulo mexeu definitivamente com sua cabeça. No poder, não terá a bonomia de FHC ou de Lula para encarar qualquer crítica da mídia ou de outros setores da economia.

5. A grande aposta de Serra – o agravamento da crise – não se confirmou. 2010 promete ser um ano de crescimento razoável.

Anônimo disse...

Diálogo com um observador da alma tucana.

- Tenho para mim que o Serra não será candidato a Presidente, diz o arguto observador.

- Mas, como, ele é o Juquinha da piada, só pensa nisso.

- Você se lembra de que ele apoiou o Kassab para prefeito e apunhalou o Alckmin pelas costas, não lembra ?

- Sim, claro.

- Você acha que ele vai largar o governo de São Paulo, essa porcaria, que não vale nada, para entregar ao Goldman e depois ao Alckmin ?

- Sim, mas, e se ele for Presidente ?

- E se não for ?, pergunta o observador da alma tucana.

Anônimo disse...

SERRA BAIXO

Abono do Pronasci

Por que motivo o Estado Paulista é atualmente o único Estado membro da União que não assinou convênio com o Pronasci? Que beneficia policiais com um abono de R$ 400,00 para realizar BOLSA-FORMAÇÃO.

É uma pergunta que não se quer calar. É dinheiro que não sai do governo do Estado, é uma ajuda federal.

Afinal, por que esse governo do PSDB teme uma polícia estruturada, bem treinada e bem paga?

Eraldo Paulino disse...

É muito engraçado mesmo ouvir os tucanos dizendo que o Governo Lula foi o que mais roubou na história desse país. O governo Lula, ótimo ou péssimo, teve só 8 anos de participação nessa história, mas se o Brasil é o que é, foi graças a ganância e a burrice das elites brasileiras que governaram sempre pro seu próprio umbigo.

Anônimo disse...

PSDB vs. DEM, longe das câmeras.

José Serra sumiu e seu nome não é mencionado, por exemplo, na Globo. José Alberto Bombig, Mariana Barros e Fernando Barros de Mello relatam, na reportagem "Nos bastidores, PSDB e DEM trocam acusações":

O caos aumentou a tensão entre PSDB e DEM em São Paulo. Reservadamente, trocam acusações sobre qual tinha mais responsabilidade: se o Estado, comandado pelo PSDB, de José Serra, ou o município, nas mãos do DEM, de Gilberto Kassab.

A coletiva do prefeito foi vista com descontentamento pelos tucanos. Na visão deles, Kassab se concentrou em defender as próprias obras, deixando de lado o esforço do Estado no rebaixamento da calha do rio Tietê. Na avaliação do DEM, as críticas miram justamente as obras na calha. O aprofundamento deveria ter deixado a marginal à prova de enchentes.

Como não aconteceu, haveria evidente erro no projeto. Segundo secretário de Kassab, foi instaurada "CPI interna" para apurar as causas do transbordamente do rio Tietê.

Sobre PSDB, DEM e obras:

Nas planilhas da Operação Castelo de Areia, que investiga suposto pagamento de propina pela Camargo Corrêa, os diretórios nacionais do PSDB e do DEM foram beneficiados com gordas doações da empreiteira na eleição do ano passado.

Os tucanos receberam R$ 3,4 milhões, e os "demos", R$ 2,6 milhões. Esse dinheiro posteriormente irrigou as campanhas de candidatos dos dois partidos.