sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

TrOlHA de fora...

A casa é de vocês...Fiquem à vontade, mas cuidado com o tapete, e baixem a tampa do vaso, hein...

8 comentários:

AmoR&BundA disse...

Pensando bem, eu sou a mosca que pousou no seu panetone...

Anônimo disse...

Não estou ouvindo nada sobre o processo que foi para o MP sobre a pedofilia em Campos. Não deixemos cair no esquecimento.

fernando torres disse...

Xacal, não há trolha de fora, SEMPRE DENTRO, vamos continuar, merecemos!!!
Fernando Torres.

Jean disse...

Eu também acho estranho não haver notícias sobre o caso das "Meninas de Guarús".
Parece que a fala do irmão calou outras vozes...

Anônimo disse...

A revista Carta Capital que chega hoje às bancas publica reportagem de Gilberto Nascimento:

“As ramificações do panetone. São Paulo. Empresas do Distrito Federal atuam no governo estadual e na prefeitura.”

“Por enquanto, é possível seguir o novelo de Brasília até o governo estadual paulista e a prefeitura da capital.”

Gilberto Nascimento acompanha os passos da empresa de tecnologia Uni Repro que faz o meio de campo entre o partido de Roberto Freire em Brasília e o governo de Zé Pedágio.

No governo Serra, diz Gilberto Nascimento, a Uni Retro fechou contratos entre 2002 e 2009 com as Secretarias Estaduais de Saúde, Educação, Esportes e de Direito da Pessoa com Deficiência, além da Sabesp, Metrô e Companhia de Trens Metropolitanos.

Na gestão Kassab, a Uni Repro recebeu R$ 48 milhões entre 2006 e 2009.

Saíram dos cores de Kassab um total de R$ 7 milhões para a Uni Repro e a Call Tecnologia também citada no esquema de Arruda.

Anônimo disse...

Qual o poder de contaminação dos escândalos da administração José Roberto Arruda na aliança PSDB-DEM?


O tempo e as investigações vão mostrar. Por enquanto, é possível seguir o novelo de Brasília até o governo estadual paulista e a prefeitura da capital.

A Uni Repro Serviços Tecnológicos Ltda., empresa apontada em gravações como responsável por repasses de dinheiro ao subsecretário de Saúde e presidente do PPS no Distrito Federal, Fernando Antunes, mantém 35 contratos com o governo do estado de São Paulo, no valor total de 38 milhões de reais. Em uma transcrição de conversa gravada em vídeo, a diretora-comercial da empresa, Nerci Bussmra, diz que Antunes teria pedido dinheiro “para o partido dele” e “para ajudar o Freire (o ex-deputado Roberto Freire, presidente nacional do PPS) em São Paulo”. Freire negou envolvimento e disse não ter dado autorização a ninguém para pedir dinheiro em seu nome.

No governo Serra, a Uni Repro firmou contratos entre 2002 e 2009 para prestação de serviços às secretarias estaduais de Saúde, Educação, Esportes e de Direitos da Pessoa com Deficiência e a órgãos e empresas estatais como o Instituto Florestal, Sabesp, Nossa Caixa (incorporada recentemente ao Banco do Brasil), Companhia do Metropolitano (Metrô), Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) e Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Os contratos, ainda em vigor, preveem a locação de máquinas copiadoras analógicas, confecção e fornecimento de impressos e serviços de reprografia, heliografia, plastificação e encadernação, entre outros.

Na gestão Kassab, a Uni Repro recebeu 48,1 milhões de reais por diversos contratos entre 2006 e 2009. A empresa começou a fornecer serviços de fotocópia à Secretaria de Saúde Municipal e depois foi recontratada por outras secretarias e subprefeituras. Outra empresa citada no esquema do DEM em Brasília, a Call Tecnologia, também presta serviços à Prefeitura de São Paulo e recebeu, de fevereiro de 2006 até novembro deste ano, 58,8 milhões de reais.

Saíram dos cofres da Prefeitura de São Paulo, no total, 106,9 milhões de reais- para as duas empresas envolvidas no escândalo. Segundo a Secretaria de Saúde, os contratos “foram baseados na Lei de Licitações”. Kassab afirmou ter havido “muita transparência” e disse que a prefeitura “está aberta a colaborar com as ações do Ministério Público”. A CPI do IPTU na Câmara Municipal de São Paulo chegou a investigar a Call Tecnologia por suspeita de fraudes. Na quarta-feira 2, o vereador Antonio Donato (PT) pediu à Câmara Municipal de São Paulo a convocação dos dirigentes da Uni Repro para depor sobre as denúncias. A empresa não se manifestou.

Outra figura envolvida no escândalo do DF foi alvo de denúncias e investigações em São Paulo: Virginia Wady Debes Pacheco. Segundo ficha cadastral da Junta Comercial de São Paulo emitida em março deste ano, ela é uma das sócias da Uni Repro, ao lado de Carlos Alberto Pacheco. A mesma Virginia aparece, em ficha emitida na terça-feira 1º, como sócia da AMP – Serviços de Diagnóstico por Imagem Ltda., conhecida pelo nome fantasia Amplus. Esta empresa foi denunciada em abril à Procuradoria da República de São Paulo.

A Amplus foi contratada pela prefeitura paulistana em março de 2006, ainda na gestão de Serra, para oferecer serviços de diagnóstico por imagem, em um período de três anos, no valor de 108 milhões de reais. Dois anos depois, o Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCM) julgou irregulares o pregão, o contrato e o seu aditamento. Determinou, então, a suspensão do acordo.


Para continuar lendo a reportagem, vá à Carta Capital. A reportagem de Gilberto Nascimento está na edição que chega hoje às bancas.

Anônimo disse...

A não ser que estoure nos próximos dias um novo grande escândalo político envolvendo a rabanada, a tradição portuguesa da fatia de pão embebida em leite, passada no ovo, frita e servida com açúcar e canela deve roubar de vez a cena do panetone na mesa de Natal do brasileiro em 2009.

Símbolo da última grande lambança do governador José Roberto Arruda, o bolo de massa fermentada com frutas cristalizadas, passas e sotaque italiano virou marca registrada da indignação popular neste final do ano.

Nem a Yeda Crusius atingiu nos últimos meses marcas tão impressionantes de rejeição junto à opinião pública.

A indústria do panetone está ainda estimando o prejuízo esperado para este período de Festas.

Talvez escape da quebradeira o fabricante que vencer o pregão eletrônico da próxima quinta-feira, em Brasília, quando o governo do Distrito Federal vai licitar a compra de 120 mil panetones “destinados à distribuição em famílias de baixa renda”.

A ideia de fazer do pobre um álibi, traduzindo em caridade o que “as imagens não falam por si”, virou a grande obsessão de Arruda depois daquilo tudo.

O panetone, na verdade, foi a primeira coisa que lhe veio à cabeça devido à proximidade do Natal. Poderia ter creditado o flagrante de dinheirama ao peru amigo ou ao bacalhau beneficente, mas, na hora agá, sobrou para o panetone, coitado!

Não é a primeira vez que um artigo inofensivo de consumo cai em desgraça junto com a reputação de políticos e governantes pegos com a boca na botija.

No início de 2008, a tapioca protagonizava o escândalo da vez em Brasília, assim como, num passado metido à besta, o uísque Logan, a caneta Mont Blanc e a gravata Hermés viraram grifes malditas da era Collor.

Não lembro direito que outras marcas sofisticadas ocuparam na época o vácuo no mercado, mas é certo que, no caso da derrocada do panetone, só vai dar rabanada neste Natal.

Anônimo disse...

PT VAI FECHAR COM CABRAL

Com 246 votos, o Deputado Federal Luiz Sergio venceu o segundo turno das eleições para presidente do Partido dos Trabalhadores em Campos. Em segundo lugar, com 222 votos, ficou Lourival Casula. Neste segundo turno, o Luiz Sergio contou com o apoio do grupo da vereadora Odisséia e do Félix Manhães. A apuração do resultado continua em todos os munícípios do Estado do Rio, onde tem Diretórios.